MicroEducação

Manager Online - Empregos

MicroEducação

Agenda de Vestibulares

Apeoesp 

Avaliações

Biblioteca do ME 

Concursos PEB SP

Datas Comemorativas

Dicionário Científica

Eleições

Leis da Educação

MicroEducação News

Noticias da Baixada

Secretaria da Educação

Sinpro/Fepesp

.

Favoritos

Editoras e Livrarias

Empregos

Games para jogar

Museus

Primeiro Emprego

RPG

Santos Roteiro Turístico

Santos Serviços

Serviços On-Line

Terceira Idade

Turismo pelo Brasil

T

Serviços

Anuncie

Clipping e Pesquisas

Dicas de Informática

Parcerias

Publique seus artigos

Publique suas notícias

.

Participe

Adicione aos Favoritos

Coloque como pag inicial

Recomende aos amigos

.

Portal MicroEducação

Quem Somos

Retrospectiva 2011

MicroEducação no ORKUT

Contato

.

Pesquisa de preços

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

Afiliados & Parceiros

Envie Mensagens

Empregos Manager Online

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.


Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina


Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina.
 
 
 
 
 
 

 

IDH x Bolsa Família: Pobreza, Educação e Saúde
Editorial do MicroEducação
Dia 12 de novembro de 2010

Programa chinês é mais completo que o brasileiro pois permite melhora de renda e de vida dos beneficiários.
No Reino Unido, quem recusa emprego fica sem o benefício do governo

    Apesar de 80% aprovarem o governo Lula e o Bolsa Família, nosso programa é insignificante se comparado ao programa desenvolvido pelo governo chinês. Lá existem mais de 200 milhões de habitantes vivendo na linha de pobreza e o governo desenvolve um plano que permite renda, infraestrutura e emprego aos beneficiários.

    Ao invés de dar dinheiro aos beneficiários, como é feito no Brasil, o governo chinês reduz impostos para que empresas nacionais e/ou estrangeiras se instalem nas regiões mais pobres do país, trazendo a essas populações inúmeras vantagens como emprego e melhoria na infraestrutura - água, luz, esgoto, escola, saúde, etc. O investimento das empresas permite que o governo chinês gaste bem menos dinheiro público no projeto, evitando que a dívida pública suba dramaticamente, como ocorreu no Brasil, ao mesmo tempo que melhora a vida da população.

    O Bolsa Família permite que os beneficiários se alimentem, quando o dinheiro é usado para isso, mas mantém o beneficiário na pobreza, sem melhorar sua condição de vida, nem trazer um emprego melhor, o que só seria possível através de uma escola de melhor qualidade e um atendimento melhor na área da saúde pública, o que o governo federal não tem feito a décadas, como vemos em vários Estados, entre eles a Bahia e o Rio de Janeiro.

    A China não é um país democrático, mas se resolver seus problemas internos ao mesmo tempo em que democratizar suas relações trabalhistas, sociais e políticas, terá condições de em pouco tempo ser a maior potência do mundo.

    O Reino Unido também tem seu sistema de benefícios para desempregados. O desempregado tem que se inscrever num centro de recolocação. Se recusar uma primeira oferta de emprego, tem o benefício cortado por três meses. Se recusar uma segunda oferta, o corte será de seis meses. Segundo o governo, cerca de 5 milhões de adultos recebe o seguro-desemprego no Reino Unido.  Segundo o ministro do trabalho Ian Duncan, “As pessoas precisam entender que é melhor trabalhar do que viver do dinheiro do governo”.

    Uma observação deve ser feita quanto ao pagamento dessas bolsas: muitos recebem por não ter condições de trabalhar, mas isso deve ser verificado pelo INSS, aqui no Brasil. O que não muda a idéia de que tentar melhorar a vida das pessoas apenas através de bolsas não resolve o problema da pobreza no país, como mostra o IDH.

Educação puxa IDH do Brasil para baixo

    Os resultados referentes à área da educação no Brasil puxaram para baixo a colocação do país no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). O Brasil ficou na 73ª posição entre 169 países avaliados. No entanto, se o IDH levasse em conta apenas a questão da escolaridade, a posição do país no ranking mundial passaria de 73 para 93.

    A avaliação foi feita a partir de uma simulação do banco de dados do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), órgão que divulgou os números do IDH, nesta quinta-feira (4/11), por meio do Relatório de Desenvolvimento Humano. O índice mudou a metodologia de avaliação, mas continua sendo baseado em saúde, educação e renda.

   O IDH engloba três aspectos considerados essenciais pelo Pnud para o desenvolvimento humano: o conhecimento (medido por indicadores de educação), a saúde (medida pela longevidade) e o padrão de vida digno (medido pela renda). O progresso, segundo o órgão, deve ser mensurado não apenas pelo crescimento econômico, mas também por conquistas em saúde e educação.

    A população brasileira registra 7,2 “anos médios de escolaridade” entre os adultos, e 13,8 “anos esperados de escolaridade” para as crianças. Nos dois valores, que entram no cálculo do IDH, o Brasil vai pior do que os também latinos Chile (9,7 e 14,5), Argentina (9,3 e 15,5), Uruguai (8,4 e 15,7) e Peru (9,6 e 13,8).

    Segundo o coordenador do Relatório de Desenvolvimento Humano brasileiro, Flávio Comim, países como o Peru e a Guatemala podem ser mais pobres em termos de renda, mas são mais avançados no sistema educacional. “No Brasil, existe um nível superior de excelência, mas o resto da educação é ruim. Há muita desigualdade”, disse ao portal UOL.

    No relatório, a maioria das vezes em que o Brasil é citado diz respeito às considerações positivas sobre o país, mas quando o assunto é educação, as duas citações são negativas.

    Na primeira, o relatório diz que “um estudo de atitudes sobre educação entre elites brasileiras durante os anos 90 mostrou que as elites são frequentemente relutantes em ampliar as oportunidades de educação, pois trabalhadores educados seriam mais difíceis de gerenciar”.

    Em outro ponto, são criticadas a baixa escolaridade geral e a diferença no acesso ao ensino entre pobres e ricos. “Anos médios de escolaridade são muito mais baixos no Brasil (sete anos) que na Coréia do Sul (12 anos), mas os dois países tem perdas de desigualdade similares na educação (26%)”.

Abaixo da média da América Latina

    De acordo com o ranking anual de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) realizado pela ONU (Organização das Nações Unidas), o Brasil, com nota de 0,699, obteve uma nota abaixo da média da América Latina, que foi de 0,704. A média brasileira, no entanto, ainda é superior à mundial, que alcançou 0,624.

    O país ficou em 11º lugar na América Latina e em quinto lugar na América do Sul, atrás do Chile (0,783), da Argentina (0,775), do Uruguai (0,765) e Peru (0,723). Entre os países do Bric, o Brasil ficou atrás da Rússia (que ficou em 65º lugar, com 0,719) e à frente da China (89º, com 0,663) e Índia (119º, com 0,519).

IDH América Latina e Caribe

45

Chile

0,783

46

Argentina

0,775

52

Uruguai

0,765

54

Panamá

0,755

56

México

0,750

59

Trindad e Tobago

0,736

62

Costa Rica

0,725

63

Peru

0,723

73

Brasil

0,699

75

Venezuela

0,696

77

Equador

0,695

78

Belize

0,694

79

Colômbia

0,689

80

Jamaica

0,688

88

República Dominicana

0,663

90

El Salvador

0,659

94

Suriname

0,646

95

Bolívia

0,643

96

Paraguai

0,640

104

Guiana

0,611

106

Honduras

0,604

115

Nicarágua

0,565

116

Guatemala

0,560

145

Haiti

0,404

Fonte: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud)