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Notícias
do Sinpro
Meses de Outubro/Novembro/Dezembro de 2010
08/12/2010
Novo
fator previdenciário reduz ainda mais as aposentadoria
Fonte: Sinpro
O IBGE divulgou a tábua de mortalidade e expectativa de vida de 2009, que será
utilizada para o cálculo do fator previdenciário entre 1/12/2010 até
30/11/2011.
»
Tabela
completa do Fator Previdenciário 2011
As projeções do IBGE acusam uma elevação da expectativa de vida, em relação
a 2008, que varia de 1 a quase 4 meses, de acordo com a faixa etária.
Como consequência, as aposentadorias por tempo de contribuição e invalidez
requeridas a partir de dezembro de 2010 estão, em média, 0,5% menores em
relação às concedidas até novembro/2010.
A variação de um ano para outro tem sido praticamente a mesma, à exceção
do período 2003-2004, quando o achatamento médio dos benefícios foi de 10%.
Essa queda maior deveu-se à mudança da metodologia usada pelo IBGE para
calcular a expectativa de vida de 2002.
É possível que no próximo ano a expectativa de vida aumente de forma mais
acentuada, pois o IBGE deverá usar dados atualizados pelo Censo 2010. Nesse
caso, o impacto sobre o valor dos benefícios deverá ser ainda maior.
Passados 11 anos de sua implantação, o fator previdenciário acumula uma
redução no valor inicial das aposentadorias de 33% (homens), 44% (mulheres e
professores de educação básica) e 52,2% (professoras). Esses valores
consideram pessoas que começaram a contribuir aos 18 anos de idade e se
aposentaram com tempo de serviço de 35, 30 e 25 anos, respectivamente.
Aposentadoria
proporcional
Na prática, o fator previdenciário reinventou a aposentadoria proporcional e
elevou, de maneira brutal, o tempo de contribuição necessário para receber
o benefício integralmente.
Até a Emenda Constitucional 20, de dezembro de 1998, era facultado ao
trabalhador aposentar-se com menor tempo de serviço, com vencimentos
proporcionais. Essa modalidade acabou em 1998, salvo para quem, nessa época,
já contribuía para o INSS.
A "nova" aposentadoria proporcional reduz apenas o valor do benefício
para todos aqueles que optarem por se aposentar pelo tempo exigido na
Constituição Federal.
Quem quiser ter o benefício integral, precisa trabalhar muito mais. Esse
tempo adicional depende principalmente de duas variáveis: sexo do trabalhador
e idade em que começou a trabalhar. Veja alguns exemplos:
Impacto
do fator previdenciário 2010/2011 sobre as aposentadorias por tempo de
contribuição

(1)
Percentual do salário de benefício (média de contribuições feitas ao INSS
a partir de jul/94)
A tabela evidencia as grandes distorções produzidas pelo fator, mas não
revela um outra característica muito mais grave: o fator previdenciário muda
a cada ano, condicionando o valor do benefício à projeção de expectativa
de vida do IBGE.
Com isso, não só as aposentadorias ficam cada vez menores, como o tempo
adicional para obter a aposentadoria integral é ampliado sistematicamente.


Obs:
os gráficos consideram trabalhadores que começaram
a contribuir para o INSS aos 18 anos de idade
Quando o fator foi introduzido, em 1999, um homem que tivesse começado a
trabalhar aos 18 anos de idade precisaria contribuir por 39 anos para
aposentar-se integralmente. Hoje, são necessários 42 anos e essa exigência
aumentará ainda mais daqui pra frente. Quem se arrisca a esperar? Ninguém
que tenha bom senso. O anuário da Previdência comprova.
A falta de previsibilidade e o rigor no tratamento dado aos trabalhadores
confirmam que o fator previdenciário nunca teve a pretensão de convencer
ninguém a adiar a sua aposentadoria. Seu único objetivo foi reduzir o valor
dos benefícios.
Mantidas as regras como estão, restará aos trabalhadores duas
possibilidades. A primeira, é aposentar-se por idade, já que nessa
modalidade o fator pode deixar de ser aplicado (só será usado quando
superior a 1). Entretanto, esperar só é vantajoso para quem começou a
contribuir tardiamente, por volta dos 30 anos ou quem já estiver muito próximo
dos 60 anos (mulheres) ou 65 anos (homens).
Uma segunda opção, que tende a se tornar mais frequente, é aposentar-se por
tempo de serviço, continuar trabalhando e, anos mais tarde, tentar na Justiça
a desaposentação.
Definitivamente, está na hora de buscar uma nova alternativa. Se não for
possível terminar com o fator, que ele seja pelo menos flexibilizado, com a
fixação de um limite para a sua adoção e um interstício maior no emprego
das tabelas de expectativa de vida do IBGE.
07/12/2010
Pedido
de demissão no fim do ano: confira as orientações
Fonte: Sinpro
O professor que planeja deixar a escola neste fim de ano deve ficar atento aos
prazos previstos nas convenções coletivas de trabalho para formalizar o
pedido de demissão e assim garantir todos os seus direitos.
Na educação básica, o professor deve formalizar o pedido no período
de sete dias que antecede o início do recesso escolar
e cumprir suas atividades docentes até o último dia de trabalho na escola.
Dessa forma, a escola está obrigada a dispensá-lo do cumprimento do aviso prévio
e deverá pagar indenização correspondente ao valor da remuneração do
professor até o dia 20 de janeiro - respeitando a pagamento mínimo de 30
dias -, como estabelece a cláusula
34 da convenção
coletiva em vigor.
Já no ensino superior, o professor deverá comunicar sua demissão até
o dia que antecede o início do recesso escolar
e, assim, garantir o recebimento, como indenização, de sua remuneração até
o dia 18 de janeiro – também respeitado o pagamento mínimo de 30 dias - e
a dispensa do cumprimento do aviso prévio. É o que determina a cláusula
30 da convenção
coletiva do segmento.
O SINPRO-SP preparou modelo de carta para o pedido de demissão. Acesse o link
nos quadros abaixo. Basta preencher os dados e imprimir.
Modelo
de carta para pedido de demissão – educação básica
Modelo
de carta para pedido de demissão – ensino superior
02/12/2010
Professores
aprovam pauta de reivindicações para campanha salarial 2011
Fonte: Sinpro
Em assembleia realizada no SINPRO-SP no último dia 25, os professores do
ensino superior, Sesi, Senai, Senac e Senai Superior aprovaram as reivindicações
para a próxima campanha salarial, centradas em três eixos: aumento de salário,
manutenção das conquistas das convenções e acordos e a luta pela “hora
tecnológica”.
O aumento real será um dos principais alvos das negociações salariais. E o
engajamento dos professores é fundamental para o sucesso de nossa reivindicação.
“A categoria articulada cria uma pressão importante”, destaca o
presidente do SINPRO-SP, Luiz Antonio Barbagli.
Especialmente porque nas últimas campanhas do ensino superior os mantenedores
criaram entraves, atrasando as negociações. Eles alegam que têm reajustado
as mensalidades abaixo da inflação e por isso não teriam condições de
arcar com o aumento. Mas o incontestável crescimento do número de matrículas
nos últimos anos desmonta esse argumento. O dinheiro está entrando em caixa.
O SINPRO-SP também vai dar continuidade à luta pela regulamentação do
trabalho docente decorrente das novas tecnologias. “Nossa proposta é
negociar com os mantenedores o pagamento pela hora trabalhada”, explica
Barbagli.
No Sistema “S”, a luta será pela continuidade do projeto de valorização
dos salários, que nos últimos anos assegurou ganhos importantes e
consistentes aos professores do segmento.
Durante a assembleia os professores dos dois segmentos autorizaram o Sindicato
a unificar a pauta de reivindicações às demandas dos demais sindicatos do
estado na Federação dos Professores de São Paulo (FEPESP), para que as
lutas sejam ampliadas e fortalecidas, o que deve acontecer na próxima semana.
Educação
básica
A convenção
coletiva da educação básica em vigor tem validade bianual, por
isso, os direitos coletivos dos professores da educação infantil, ensino
fundamental e médio estão garantidos até fevereiro de 2012. Mas, ainda que
os colegas desses segmentos não tenham pela frente uma nova campanha
salarial, precisam ficar atentos e acompanhar o cumprimento de toda a convenção,
em especial o pagamento do reajuste
em março de 2011.
09/11/2010
Começa
a distribuição da Agenda 2011
Fonte: Sinpro
Os professores que não retiraram a Agenda 2011 durante a eleição do
SINPRO-SP podem ficar tranquilos, pois vão receber seu exemplar em casa
normalmente. As entregas começam a ser feitas a partir de 8 de novembro.
A expectativa é que a distribuição seja finalizada até 23 de dezembro,
atingindo todos os sócios ativos do SINPRO-SP e também os professores
aposentados.
O Sindicato recomenda que os professores fiquem atentos. Deixem avisado em
casa ou na portaria do prédio sobre a entrega e verifiquem sempre que possível
se o material já foi recebido por alguém.
A entrega será feita mediante a assinatura de um protocolo (que terá o nome
de quem recebeu, o número de seu documento de identidade e a data de
recebimento). Esse documento ficará arquivado no SINPRO-SP.
Em caso de dúvida, entre em contato com o Sindicato pelo e-mail
agenda@sinprosp.org.br.
08/11/2010
Assembleia
no SINPRO-SP dá início à campanha salarial
Fonte: Sinpro
No dia 25 de novembro, às 15 horas, acontece no SINPRO-SP a assembleia que
vai definir a pauta de reivindicações para a próxima campanha salarial dos
professores do ensino superior, Sesi, Senai, Senac e Senai Superior.
Desde setembro o Sindicato vem recebendo sugestões dos professores sobre as
questões que precisam ser discutidas para o aprimoramento de nossas relações
de trabalho. Você também pode enviar sua contribuição via e-mail: campanhasalarial@sinprosp.org.br.
A pauta aprovada na assembleia será posteriormente unificada às demandas dos
demais sindicatos do estado na Federação dos Professores de São Paulo
(FEPESP), para que as lutas sejam ampliadas e fortalecidas.
Na assembleia do dia 25 de novembro os professores também vão deliberar
sobre a previsão orçamentária do Sindicato para o próximo ano.
Então, anote da agenda e participe. Sua presença é muito importante. Será
no auditório do SINPRO-SP, que fica na Rua Borges Lagoa, 170, Vila
Clementino.
Educação
básica
A convenção
coletiva da educação básica em vigor
tem validade bianual, por isso, os direitos coletivos dos professores da educação
infantil, ensino fundamental e médio estão garantidos até fevereiro de
2012.
Mas, ainda que os colegas desses segmentos não tenham pela frente uma nova
campanha salarial, precisam ficar atentos e acompanhar o cumprimento de toda a
convenção, em especial o pagamento do reajuste
em março de 2011.
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