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Notícias
do Sinpro
Janeiro a Junho de 2011
08/06/2011
Fim
do semestre exige atenção dos professores
Fonte: Sinpro
Junho marca o fim do semestre letivo. Período de fechamento das atividades.
É também o momento de observar com atenção o cumprimento dos direitos dos
professores nas escolas.
Isso porque é nessa época que as instituições de ensino começam a
comunicar as demissões. Por determinação da convenções, se a escola
exigir o cumprimento do aviso-prévio a demissão deve ser informada 30 dias
antes do término das aulas. Já com o aviso-prévio indenizado, a dispensa
pode ser comunicada depois: até um dia antes do fim do período letivo.
Os professores que estão a 24 meses da aposentadoria devem redobrar a atenção.
As normas coletivas garantem estabilidade de emprego aos profissionais nessa
condição, portanto, não podem ser demitidos.
Outro assunto importante: as férias dos professores. Elas já devem estar
definidas no calendário escolar, entregue no início do semestre. Portanto,
observe a data de começo e término das férias e fique de olho: elas devem
ser pagas 48 horas antes de seu início. Não podem começar aos sábados
(exceto se a escola mantém aulas aos sábados), domingos e feriados.
28/05/2011
Assinados
os acordos coletivos do Sesi e Senai
Fonte: Sinpro
Foram assinados no último dia 24 os acordos coletivos de trabalho do Sesi,
Senai e Senai Superior, aprovados pelos professores em assembleia.
Os documentos têm
validade bianual. Com isso, ficam garantidos todos os direitos dos professores
até fevereiro de 2013. Para a próxima data-base só serão discutidas as cláusulas
de natureza econômica.
Acesse os acordos nos links abaixo (documentos na íntegra em pdf):
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Acordo
Coletivo de Trabalho Sesi 2011-2012
> Acordo
Coletivo de Trabalho Senai 2011-2012
> Acordo
Coletivo de Trabalho Senai Superior 2011-2012
21/05/2011
Reajuste
do ensino superior de 6,23% deve ser aplicado nos salários de maio
Fonte: Sinpro
A Federação dos Professores do Estado de São Paulo (Fepesp) e o sindicato
das mantenedoras do ensino superior (Semesp) divulgaram nesta semana
comunicado conjunto que disciplina o pagamento do reajuste salarial dos
professores de 2011 que é de 6,23% e deve ser aplicado no salário de maio.
As diferenças relativas a março e abril poderão ser pagas até 20 de
agosto.
>
Acesse
aqui o comunicado conjunto Nº 1/2011
15/05/2011
Com
restrições, professores aprovam proposta para convenção do ensino superior
Fonte: Sinpro
Os professores reunidos em assembleia no último sábado, 7 de maio, aprovaram
a proposta para a nova convenção coletiva de trabalho do ensino superior com
validade por dois anos, mas com algumas condições.
Pela proposta, o reajuste salarial de 2011 será de 6,23%, índice que repõe
as perdas inflacionárias no período da data-base da categoria. Como o
aumento é retroativo a março, as diferenças dos últimos dois meses poderão
ser pagas até agosto.
A proposta aprovada também define a fórmula de cálculo do reajuste a ser
pago em março do ano que vem: a média dos índices inflacionários apurados
de março de 2011 a fevereiro 2012, limitada a 6,5%. Se o percentual for
superior, os sindicatos vão negociar a diferença. Mas com condição de que
a inflação total seja incorporada à base do reajuste para 2013.
Independentemente desse resultado, em agosto de 2012, os professores terão
1,6% a título de aumento real, que será definitivamente incorporada à base
salarial dos professores.
A discussão sobre o pagamento do trabalho decorrente das novas tecnologias e
sobre a regulamentação do trabalho na EaD, outras reivindicações
importantes da categoria, será formalmente incluída na nova norma coletiva.
Isso porque há o compromisso de que a cláusula será redigida de forma a
obrigar as partes (professores e mantenedores) a negociar. Um exemplo é o
sistema de mediação.
Cláusulas
sociais
Como a nova convenção coletiva do ensino superior tem validade bianual, os
direitos coletivos da categoria são renovados e estarão garantidos até
fevereiro de 2013. Haverá, no entanto, algumas mudanças.
Na cláusula sobre bolsas de estudo, em 2012, os professores passam a ter de
pagar 27% do valor da mensalidade por dependente. Mas outra condição imposta
pela assembleia é que essa cobrança seja válida apenas nos casos dos
dependentes que começarem o curso em 2012. A total gratuidade da bolsa em
benefício do próprio professor continua em vigor.
Outra mudança diz respeito ao recesso escolar. As instituições poderão
ampliar a divisão, que antes estava limitada a três períodos (20 dias e 10
dias em duas partes). A partir de agora esses 10 dias podem ser divididos em
até três períodos, mas com a condição de que cada parte dessa divisão
seja composta de dias letivos e consecutivos.
Tão logo a nova convenção seja assinada estará disponível para consulta
aqui no site. Acompanhe
18/04/2011
Aprovados
os acordos do Sesi, Senai e Senac
Fonte: Sinpro
Na última quarta-feira, os professores do Sesi e do Senai reunidos em
assembleia no SINPRO-SP aprovaram a proposta para os respectivos acordos
coletivos de trabalho 2011, que garante aumento real de salário, com o
reajuste de 8% retroativo a março, e a manutenção da hora-atividade em 15%.
Os acordos terão validade bianual. Saiba
mais aqui
Alguns dias antes, em 8 de abril, os professores do Senac também haviam
aprovado a proposta para o acordo por dois anos. O aumento deste ano é de 8%
e em 2012 a fórmula de cálculo da já está definida. Leia
mais
16/04/2011
Ensino
superior: patrões boicotam negociações e irritam professores
Fonte: Sinpro
As negociações com o sindicato que representa as mantenedoras de ensino
superior continuam paralisadas. Apesar da disposição do SINPRO-SP em esgotar
todas as formas possíveis de diálogo em torno das reivindicações
apresentadas no fim do ano passado, o Semesp adota uma postura de indiferença
e desrespeito com toda a nossa categoria.
O ensino superior privado é hoje um dos setores mais rentáveis da economia
brasileira. Não apenas desfruta de privilégios fiscais e de fontes de
financiamento subsidiado; goza também da reserva de mercado decorrente das
carências da universidade pública. Nos últimos dez anos, as escolas
particulares registraram um crescimento significativo no seu número de
alunos, ao mesmo tempo em que mantiveram seus preços regularmente atualizados
com as taxas de inflação. Certamente, nenhum outro segmento – exceção
feita aos bancos e aos especuladores do mercado financeiro – encontrou condições
tão favoráveis para sua expansão. Não é por outro motivo que o ensino
superior privado brasileiro transformou-se em objeto de desejo do capital
internacional.
O que os professores querem que seja tão exorbitante a ponto de justificar o
cinismo patronal? Nada além da manutenção das cláusulas atuais da convenção
coletiva, reajuste salarial e aumento compatíveis com a depreciação da
moeda no último período da data-base e com o desempenho econômico do setor,
além de melhoras pontuais nas condições de trabalho, como é o caso das
horas despendidas com as tecnologias da informação e comunicação. São
reivindicações que encontram no Brasil atual, no cenário das relações
entre capital e trabalho, um ambiente favorável ao entendimento. Sob a ótica
de sua ganância e arrogância, os donos do ensino superior privado não
pensam assim.
O ambiente gerado pelo impasse deliberadamente provocado por eles é o pior
possível. Embora algumas escolas mais sensíveis ao clima de insegurança
entre seus professores tenham antecipado percentuais irrisórios de reajuste,
a sensação percebida pelo SINPRO-SP nas escolas é de decepção e de surda
e justificada revolta.
Nosso Sindicato avalia a situação-limite a que chegaram as negociações com
o Semesp como de absoluta gravidade, e tem ponderado sobre a necessidade de
que os professores adotem uma postura mais radical em seu enfrentamento com os
empresários, eventualmente organizando manifestações públicas de repúdio
ao desrespeito com que têm sido tratados.
Exortamos os docentes do ensino superior a dar ressonância a este editorial
em cada sala de professores das escolas onde lecionam para que as ações
futuras do SINPRO-SP possam representar o caminho mais adequado de expressão
de seu descontentamento e repulsa
17/03/2011
Professores
do Sesi e Senai rejeitam proposta patronal
Fonte: Sinpro
Os professores do Sesi e do Senai reunidos em assembleia no SINPRO-SP nesta
quinta-feira, 17/3, rejeitaram a proposta patronal para a campanha salarial
2011, que reduziria a duração do recesso escolar docente para a realização
de atividades de capacitação e treinamento.
Os patrões argumentaram que precisariam usar cinco dias do recesso dos
professores do Sesi, no período de 4 a 8 de julho, e dois dias dos colegas do
Senai, no período de 20 a 21 de junho.
Indignados, os professores presentes à assembleia rechaçaram a proposta,
alegando que não vão abrir mão de um conquista histórica da categoria. De
acordo com a redação dos atuais acordos coletivos de trabalho, o recesso tem
duração de 30 dias, período em que os professores não podem ser convocados
para qualquer tipo de atividade.
Além do recesso, o Sesi e o Senai querem mexer no pagamento do trabalho
extraordinário dos professores do Sesi que lecionam nas nove unidades com
menor desempenho no SARESP. A proposta é pagar como horas normais o adicional
de hora extra a atividade que deverá acontecer em dois ou mais sábados, com
duração de 16 horas.
Cláusulas
econômicas
O Sesi e o Senai recuaram da proposta em reduzir salários dos professores.
Graças à postura negociadora da FEPESP e dos SINPROs, a hora-atividade será
preservada em 15%.
O índice de reajuste chegou a 8%, percentual superior às perdas inflacionárias
no período da data-base da categoria.
“Assembleia
permanente”
A decisão dos professores será levada aos patrões para uma nova rodada de
negociação. O Sindicato foi autorizado a manter estado de “assembleia
permanente”. Assim, nova convocação dos professores poderá ser feita
rapidamente, agilizando o processo para a renovação dos acordos coletivos
2011
14/03/2011
Reajuste
salarial dos professores da educação básica é de 7,43%
Fonte: Sinpro
>
VEJA O COMUNICADO CONJUNTO Nº 1/2011 SOBRE REAJUSTE E PISO SALARIAL
Os salários de março dos professores da educação infantil, ensino
fundamental e médio serão reajustados em 7,43%. O índice corresponde à média
da inflação apurada pelo ICV-DIEESE, INPC-IBGE e IPC-FIPE, no período da
data-base da categoria, acrescida de 1,2% a título de aumento real, como
determina cláusula
4 convenção coletiva de trabalho em vigor.
O cálculo do reajuste foi concluído nesta segunda-feira, dia 14, com a
divulgação do resultado do Índice de Custo de Vida do DIEESE de fevereiro.
Era o dado que faltava. Os acumulados da inflação - de março de 2010 a
fevereiro de 2011 - medidos pela FIPE e pelo IBGE já haviam sido divulgados.
Os 7,43% devem aplicados sobre os salários devidos em março de 2010. As
escolas têm até 5º dia útil de abril para fazer o pagamento de março.
>
CALCULE AQUI SEU SALÁRIO
PLR/Abono
Alem do reajuste, as escolas deverão pagar 21% de PLR ou Abono até 15 de
outubro. Caso contrário, terão de aplicar agora em março índice de
reajuste maior: 9,18%.
>
SE
A ESCOLA NÃO PAGAR PLR – CALCULE AQUI O SALÁRIO
Direitos
garantidos
A convenção
coletiva da educação básica tem validade bianual, por isso, os
direitos coletivos dos professores da educação infantil, ensino fundamental
e médio estão garantidos até fevereiro de 2012
25/02/2011
Ens.
superior: Sindicato insiste em discutir reajuste em reunião de negociação
Fonte: Sinpro
Na reunião com os mantenedores do ensino superior ocorrida nesta sexta, 25/2,
o SINPRO-SP, ao lado dos demais sindicatos que compõem a Federação dos
Professores (FEPESP), voltou a ressaltar as reivindicações da categoria para
a renovação da convenção coletiva de trabalho deste ano.
Os representantes patronais insistiram em focar a discussão na retirada do
direito à bolsa de estudos para os dependentes dos professores, o que impediu
maiores avanços na pauta de interesses da categoria.
A FEPESP e os sindicatos insistiram nas cláusulas econômicas. O objetivo é
definir o reajuste salarial até o final de março, evitando o que aconteceu
em 2010, quando as negociações se arrastaram até o final de maio.
Nossa pauta inclui ainda pagamento do trabalho adicionado pelo uso de novas
tecnologias, complementação do auxílio previdenciário, além da renovação
de todas as conquistas sociais previstas na convenção coletiva de trabalho
29/01/2011
SINPRO-SP
terá nova programação de eventos em 2011
Fonte: Sinpro
O Sindicato prepara para 2011 uma extensa agenda de eventos. Dando
continuidade ao projeto iniciado há quatro anos, com o propósito de refletir
sobre os desafios que o ofício docente tem pela frente, as novas palestras,
encontros e atividades vão trazer diferentes percepções sobre os rumos da
educação no país e o papel do professor nesse contexto.
A novidade para este ano é que, além das discussões mais amplas e análises
conjeturais, haverá também atividades dirigidas a certas áreas do
conhecimento, com temas mais específicos e abordagens mais direcionadas. Mas
sem perder de vista a ideia da transdisciplinariedade.
Outro destaque é que, no segundo semestre, o SINPRO-SP promoverá um
importante congresso sobre Matemática, com nomes nacionais e internacionais
entre os palestrantes.
Todas as atividades serão pouco a pouco divulgadas aos professores e vão
estar em sintonia com as reflexões também propostas nos cursos de extensão
semestrais promovidos pela Escola do Professor. A nova programação, aliás,
estará disponível em breve aos professores.
A diretoria do SINPRO-SP acredita que é seu dever promover espaços de debate
sobre o trabalho do professor e a educação no país. É um compromisso –
assumido na última eleição - que o Sindicato tem com a formação
continuada dos professores e o aprimoramento do trabalho da categoria.
Em última instância, pela defesa da dignidade de nosso ofício.
28/01/2011
Professores
devem ficar atentos à contribuição ao INSS
Fonte: Sinpro
Em janeiro entrou em vigor a nova tabela de contribuição ao INSS. Os
professores que trabalham em mais de uma escola devem ficar atentos ao teto de
recolhimento, que passou para R$ 3.689,66, para não contribuir mais que o
necessário. O valor máximo de desconto mensal que o trabalhador poderá ter
é R$ 405,86.
A tabela traz novas alíquotas de contribuição que devem ser observadas com
cuidado pelos professores para saber quanto as mudanças podem afetar os
descontos no holerite. Esses novos valores serão aplicados apenas nos próximos
salários (vencimentos de janeiro, que serão pagos em fevereiro).
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Tabela
de contribuição mensal
Salário-de-contribuição
(R$) |
Alíquota
para fins de
recolhimento ao INSS (%) |
|
Até
1.106,90
de 1.106,91 a R$
1.844,83
de 1.844,84 até R$
3.689,660 |
8,00
9,00
11,00 |
Os docentes que recebem salário acima do teto numa das escolas devem
solicitar declaração de que já são descontados pelo teto e encaminhar à
outra instituição onde trabalham para não ter mais desconto algum. No caso
dos professores que não recebem o teto em nenhuma das escolas, o desconto será
proporcional em cada uma delas.
Correção
do IR e aumento do mínimo
O salário mínimo foi reajustado agora em janeiro para R$ 540,00. O governo,
no entanto, já sinalizou com uma nova correção nesse valor a partir de
fevereiro, passando para R$ 545.
As centrais sindicais têm se manifestado contra esses valores e defendem um
reajuste maior (de R$ 580) e a manutenção de uma política de valorização
do salário mínimo. Além disso, protestam contra a não correção da tabela
do Imposto de Renda.
O SINPRO-SP acompanha com atenção o assunto e vai se manter na luta na
defesa dos interesses dos trabalhadores.
03/01/2011
Professores
do ensino superior terão novo reajuste em janeiro
Fonte: Sinpro
Os salários dos professores do ensino superior deverão ser novamente
reajustados em janeiro, o que corresponde à última etapa de composição do
índice previsto na convenção
coletiva de trabalho 2010.
Para fazer o cálculo, basta aplicar 5,5% sobre o salário de março de 2009.
Você também pode usar a calculadora
disponível no site do
SINPRO-SP.
O índice de reajuste do ensino superior neste ano foi elaborado de modo
escalonado: 4% em março; 5% agora em setembro; e em janeiro de 2011, os salários
deverão ser novamente reajustados em 5,5%. Mas é importante ressaltar que o
cálculo de cada etapa do reajuste deve ser sempre sobre o salário de março
de 2009.
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