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15/07/2010
Convenção coletiva do ensino superior disponível para consulta
Fonte: Sinpro

                    Foi assinada a convenção coletiva de trabalho do ensino superior 2010. A íntegra do documento está disponível para a consulta dos professores sempre que necessário.
                    A convenção reúne o conjunto específico de direitos da categoria profissional e inclui o reajuste salarial. Neste ano, a composição do índice no ensino superior será feita de maneira escalonada. Em março, os professores tiveram 4%. Em setembro, os salários serão novamente reajustados em 5% e, em janeiro de 2011, em 5,5%. Lembre-se: o cálculo de cada etapa do reajuste deve ser sempre sobre o salário de março de 2010.
                    Em agosto, os professores vão receber 5% como abono. De acordo com comunicado conjunto divulgado em junho, as diferenças salariais relativas a março, abril e maio de 2010, poderão ser pagas até o dia 20 de agosto, juntamente com o abono salarial.

Direitos preservados
   
                 A nova convenção garante a renovação por mais um ano dos direitos históricos dos professores, tais como garantia semestral de salários, recesso escolar e hora-atividade. Consulte a convenção coletiva do ensino superior.

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10/07/2010
Aproveite as férias para cuidar de sua voz
Fonte: Sinpro

                    Depois de um semestre de trabalho duro, a chegada das férias é muito celebrada pelos professores. Época para descansar, viajar, curtir o tempo livre com a família e com as atividades culturais. Mas pode também ser a oportunidade para o professor cuidar de sua voz.
                    Com a pausa na rotina de aulas, o período de descanso é naturalmente benéfico para a saúde vocal. E pode servir para que o professor aprenda como fazer uso correto desse que é o seu principal instrumento de trabalho, ao marcar uma avaliação com a fonoaudióloga do SINPRO-SP.
                    O Programa de Saúde Vocal do Sindicato oferece gratuitamente informações e orientações sobre como os professores podem cuidar da voz e saber evitar problemas. Trata-se de um serviço essencialmente preventivo, mas que também oferece tratamento aos que já apresentam algum tipo de comprometimento vocal, devido à parceria com o Centro de Estudos da Voz (CEV), entidade de referência no país.

15/06/2010
De olho no reajuste do ensino superior
Fonte: Sinpro

                    Comunicado oficial divulgado no último dia 10 pela Federação dos Professores de São Paulo (Fepesp) e o sindicato das mantenedoras (Semesp) explica detalhadamente como deve ser pago o reajuste salarial do ensino superior. Acesse o comunicado conjunto.
                    A composição do índice será escalonada: 4% em março, 5% em setembro e 5,5% em janeiro. Os percentuais devem ser aplicados sobre os salários devidos em março de 2009.
                    Além do reajuste, os professores vão receber em agosto 5% como abono.
                    De acordo com o comunicado, as diferenças salariais relativas a março, abril e maio de 2010, poderão ser pagas até o dia 20 de agosto, juntamente com o abono salarial.

Confira: Os salários no ensino superior em perguntas e respostas

08/06/2010
Oriente-se sobre os atestados médicos
Fonte: Sinpro

                    De acordo com as convenções coletivas, os professores podem entregar os atestados dos seus próprios médicos ou dentistas diretamente no RH da escola.
                    A recomendação do SINPRO-SP é que a entrega seja feita mediante protocolo. Consulte as convenções

08/06/2010
Consulta pública sobre exame nacional de professores
Fonte: Sinpro

                    O INEP está submetendo à consulta pública os referenciais que devem ser utilizados na primeira edição do Exame Nacional de Ingresso na Carreira Docente, cuja primeira edição está prevista para 2011.
                    O Exame foi criado na Portaria 14 do MEC, publicada dia 24/05. Por enquanto, ele será restrito a professores de educação infantil e primeira etapa do fundamental.
                    Para o MEC, o exame deve "subsidiar" Estados e Municípios na contratação de professores. Segundo o documento publicado pelo INEP , "(...) o candidato participa do Exame e, quando as redes anunciarem vagas de professor a preencher, ele pode enviar sua nota para concorrer a essas vagas" (INEP, 2010).
                    Guardadas as devidas proporções, parece assemelhar-se à prova para professores temporários que a Secretaria de Educação de São Paulo aplicou em 2009.
                    A avaliação dos "conhecimentos, competências e habilidades" dos docentes também tem o objetivo de definir um referencial para os cursos de formação inicial de professores e nortear as políticas de formação continuada.

Leia o artigo: “Certificação com nova roupagem?”

Consulta pública
                    A consulta pública estará aberta até o 03/07 e deve ser feita pela internet.
                    O INEP sugeriu 16 temas, tais como direito à educação, planejamento pedagógico, avaliação, estratégias, abordagens e recursos pedagógicos, ensino de língua portuguesa, matemática e de "ciências sociais e naturais".
                    Cada um desses temas está subdivido em diversos tópicos. Quem participar pode escolher um ou mais temas ou tópicos para comentar ou propor sugestões.
                    Para participar, é preciso fazer um cadastro na página do INEP.

01/06/2010
Professores aprovam nova convenção do ensino superior
Fonte: Sinpro

                    Os professores do ensino superior reunidos em assembleia no SINPRO-SP neste sábado aprovaram a proposta para a convenção coletiva 2010, que define o reajuste salarial da categoria.
                    A composição do índice será feita de maneira escalonada. O cálculo de cada etapa do reajuste deve ser sempre sobre o salário de fevereiro de 2010. Veja como fica: 4% em março, 5% em setembro e 5,5% em janeiro.
                    Além do reajuste, os professores vão receber em agosto 5% como abono.
                    Com isso, garante-se a massa salarial dos professores e ganho real na base. Isso quer dizer que, a partir de janeiro do ano que vem, o aumento real estará incorporado para sempre nos salários da categoria.
                    Depois de um período de muitas incertezas nas reuniões com os mantenedores, o SINPRO-SP e os demais sindicatos do estado que compõem a FEPESP insistiram na negociação e conseguiram construir uma proposta para os professores.

As diferenças salariais retroativas a março poderão ser pagas pelas instituições até agosto.

Direitos preservados e novos desafios
                    A proposta aprovada na assembleia também garante a renovação por mais um ano dos direitos históricos presentes na convenção coletiva dos professores, tais como garantia semestral de salários, recesso escolar e hora-atividade. O SINPRO-SP também conseguiu evitar que os mantenedores mudassem a cláusula sobre a bolsa de estudos e, assim, esse direito segue preservado.
                    Ficou o compromisso de que as discussões sobre a regulamentação e remuneração da carga de trabalho dos professores decorrente das novas ferramentas tecnológicas continuarão a ser feitas ao longo do ano.

31/05/2010
Sinpro-SP apresenta pesquisa sobre voz do professor em congresso nos EUA
Fonte: Sinpro

                    O estudo Alterações vocais em professores e na população em geral feito pelo SINPRO-SP e o Centro de Estudos da Voz (CEV), em parceria com a Universidade de Utah, será apresentado no The Voice Foundation, um dos mais importantes congressos sobre voz no mundo, que começa no próximo dia 2, na Filadélfia, Estados Unidos.
                    A pesquisa apurou que professores apresentam múltiplos sinais e sintomas de voz e os relacionam ao uso vocal no trabalho, o que pouco acontece com a população em geral.
                    Professores relataram mais a presença de uma alteração vocal em algum momento de sua vida profissional; tiveram que faltar mais no trabalho devido a um problema de voz e acham mais que no futuro terão que mudar de atividade profissional em decorrência de um problema de voz.
                    A fonoaudióloga do SINPRO-SP, Fabiana Zambon, explica que os resultados da pesquisa mostram como a situação vocal dos professores é preocupante. “Estudos como esse que realizamos são importantes porque comprovam a vulnerabilidade dos docentes quanto aos problemas de voz e a necessidade de fortalecimento dos programas de orientação dentro de uma perspectiva preventiva”, completa.
                    Há mais de uma década SINPRO-SP oferece aos professores um programa de avaliação e orientação sobre os cuidados com a voz. O serviço também garante terapia fonoaudiólogica gratuita aos sócios, em parceira com CEV. Saiba mais sobre o Programa de Saúde Vocal do SINPRO-SP.

15/05/2010
Impasse nas negociações do ensino superior
Fonte: Sinpro

                    A última rodada de negociação com os mantenedores do ensino superior terminou em um impasse. Os patrões insistem na proposta de reajuste insuficiente para recompor o poder de compra dos salários, já recusada pelos professores em assembleia. O SINPRO-SP e demais sindicatos que compõem a Federação dos Professores reafirmaram as reivindicações da categoria e deixaram claro que não vão abrir mão delas.
                    A inflação no período de nossa data-base (março/2009 a fevereiro/2010) foi de 5,18%, segundo o critério que tem sido adotado nas convenções dos últimos anos: a média dos três principais indicadores: ICV-DIEESE, INPC-IBGE e IPC-FIPE. O problema é que os mantenedores querem pagar apenas 4% a partir de março e 1,18% somente em fevereiro de 2011. Essa proposta estabelece uma perda na massa salarial dos professores.
                    Nas últimas semanas, o SINPRO-SP vem tentando negociar a construção de uma nova proposta. Uma das ideias seria buscar a recomposição dessa perda na massa com o pagamento de um abono especial. Mas os representantes do sindicato patronal se mostraram irredutíveis. Sob a alegação de que o setor passar por dificuldades financeiras, dizem que não têm condições de pagar mais do que já propuseram.
                    “Aceitar as condições impostas pelos mantenedores é concordar com uma perda salarial significativa agora e que dificilmente seria recuperada nos anos seguintes”, explica o presidente do SINPRO-SP, Luiz Antonio Barbagli. “Diante da falta de possibilidade de avanço nas negociações, a campanha salarial pode mudar de rumo e a decisão ir para Justiça do Trabalho”, completa.
                    O Sindicato orienta os professores a guardar com atenção seus holerites desde março deste ano. Sem a renovação da convenção coletiva até agora, direitos e deveres aí estabelecidos ficam suspensos. Os mantenedores estarão sujeitos ao cumprimento do que prevê a legislação trabalhista em geral, sem as especificidades previstas na convenção, o que em muitos casos pode ser pior para a instituição. “A convenção é resultado de um processo de negociação e diálogo, ou seja, é um documento que aprimora a legislação trabalhista e traz benefícios para os dois lados do processo: empregados e empregadores”, destaca Barbagli.
                    Os holerites podem ser úteis, caso seja necessário acionar a instituição judicialmente no futuro. É uma garantia para o professor.

04/05/2010
SESI/SENAI: 7 anos consecutivos de aumento real
Fonte: Sinpro

                    A Campanha Salarial /2010 encerra um feito histórico para os professores do SESI e SENAI. Pelo sétimo ano consecutivo, os salários tiveram aumento real.
                    Em 2010, o ganho acima da inflação foi de 1,65% (mais de 25% da inflação acumulada nos últimos doze meses medida pelo INPC-IBGE, índice adotado nas negociações com o SESI e o SENAI).

                    Qualquer que seja o indicador adotado, os ganhos reais são incontestáveis:

                    Todos esses números consolidam o compromisso assumido pelos SINPROs e pela FEPESP de lutar pela elevação do poder de compra.
                    Desde o inicio, a proposta era definir uma política que aumentasse os salários em termos reais, diminuindo a defasagem em relação à média salarial dos demais professores.
                    Esse projeto ainda não está concluído, apesar dos ganhos evidentes. De todos os segmentos da categoria, os professores do SESI e do SENAI foram os que conquistaram os maiores índices.
                    A dimensão dessa luta não dá espaço para acomodação. Ao contrário, é ela que nos dá a consciência de que é preciso continuar batalhando pela melhoria dos salários e, principalmente, das condições de trabalho.

28/04/2010
Sesi/Senai: salários virão com o reajuste de 6,5%
Fonte: Sinpro

                    Os salários de abril, creditados dia 30/04, virão com o reajuste de 6,5%. Os professores também receberão a diferença retroativa a março de 2010.
                    Os novos Acordos Coletivos encontram-se em fase de redação final, mas o reajuste foi assegurado por meio de um termo de compromisso assinado dia 26/04 pelo Superintendente Operacional do SESI -SP e Diretor Regional do SENAI-SP, Walter Vicioni, e o presidente da FEPESP, Celso Napolitano.

 

Calcule o seu novo salário:

salários a partir de mar/2010 = fev/2010 X 1,065

24/04/2010
Professores da educação básica aprovam proposta para nova convenção
Fonte: Sinpro

                    Os professores da educação básica aprovaram na assembleia realizada neste sábado a proposta para a nova convenção coletiva, que garante índice de reajuste salarial de 5,5%, retroativo a março de 2010, percentual superior a média da inflação apurada na data-base da categoria, de 5,18%.
                    A proposta também garante 21% de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) ou abono especial, que deve ser pago até 15 de outubro deste ano. As escolas que não concederem a PLR ou abono terão de aplicar um reajuste maior: 7,25% também retroativo a março de 2010.

» Confira aqui os novos valores do piso salarial

Validade bianual
                    A nova convenção terá validade por dois anos e por isso já está definida a fórmula de cálculo do reajuste de 2011: a média aritmética dos índices inflacionários medidos pelo DIEESE, FIPE e IBGE, no período de março a fevereiro, acrescida de 1,2%, a título de aumento real. O PLR ou abono do ano que vem será de 21%.

Hora tecnológica
                    As discussões sobre a regulamentação do trabalho tecnológico avançaram desde o início das negociações. Agora os patrões já reconhecem que os professores têm uma nova carga de atividades e responsabilidades decorrente das novas ferramentas. Mas ainda há algumas dificuldades na forma de medir o tempo, ajustar as plataformas e dimensionar custos e, por isso, as negociações sobre a formatação da cláusula da hora tecnológica na convenção coletiva vão continuar nas próximas semanas no âmbito da Comissão Permanente de Negociação.

Direitos garantidos
                    Estão garantidas por dois anos as conquistas históricas da categoria previstas na convenção coletiva, com pequenos ajustes de redação em algumas cláusulas.

15/04/2010
Novo serviço ajuda professores a lidar com o desgaste mental no trabalho
Fonte: Sinpro

                    Em maio, Sindicato dá início a um serviço de diagnóstico e acompanhamento do desgaste mental relacionado ao trabalho docente. O objetivo é criar um espaço de diálogo entre professores, que permita o entendimento da relação entre o sofrimento e o trabalho docente e as formas de enfrentamento desses problemas, tanto do ponto de vista individual quanto do coletivo.
                    Trata-se de um projeto piloto. O primeiro grupo de acolhimento será formado por, no máximo, 12 professores, que terão cinco encontros semanais (segundas-feiras, das 14h às 15h30), com início no dia 3 de maio e encerramento no dia 31 do mesmo mês. O grupo será mediado pela psicóloga Renata Paparelli, especialista em Saúde do Trabalhador, professora da Faculdade de Psicologia da PUC-SP.

Benefícios e garantias para os participantes:
▪ Entender o sofrimento psicológico em sua relação com o trabalho em um espaço protegido e especialmente preparado para esse diálogo;
▪ construir formas para enfrentar os problemas em conjunto com o grupo;
▪ garantia do sigilo dos participantes;
▪ ao final do trabalho, serão fornecidos relatórios para os participantes com presença em, no mínimo, cinco encontros.

                    As vagas são limitadas. A realização do trabalho estará sujeita a número mínimo de inscrições. Os professores interessados deverão solicitar sua inscrição pelo e-mail msofia@sinprosp.org.br (com nome completo e número de matrícula de sócio do SINPRO-SP). Os primeiros 12 professores entram no grupo. Haverá lista de espera, para o caso de desistências. O serviço é gratuito e exclusivo para os sindicalizados.
                    Os encontros serão realizados no SINPRO-SP (Rua Borges Lagoa, 170, Vila Clementino).  

15/04/2010
Campanha salarial: professores exigem reajuste salarial digno
Fonte: Sinpro

                    Na última rodada de negociação realizada com os sindicados patronais do ensino superior e da educação básica, o SINPRO-SP cobrou dos donos de escola uma nova contraproposta para o reajuste salarial da categoria. Os professores insistem que é possível avançar no entendimento para a definição de um índice digno, que garanta ganho real nos salários.
                    Além disso, o Sindicato retomou as discussões sobre a regulamentação do trabalho tecnológico, reivindicação que vem enfrentando forte resistência dos patrões. A nova carga de atividades e responsabilidades que os docentes têm hoje decorrente das novas ferramentas tecnológicas precisa ser remunerada.
                    A boa notícia é que foram registrados avanços nas cláusulas sociais, com a concordância na renovação da maior parte das cláusulas das convenções coletivas.
                    As negociações continuam. O SINPRO-SP, ao lado dos demais sindicatos que compõem a Federação dos Professores de São Paulo (FEPESP), vai manter a luta para que as reivindicações da categoria sejam atendidas e nosso trabalho seja respeitado.

10/04/2010
Negociações sobre o reajuste salarial continuam
Fonte: Sinpro

                    Com a rejeição das contrapropostas patronais na última assembleia dos professores, as negociações para a definição do reajuste salarial da categoria seguem. A expectativa do SINPRO-SP é que nas próximas reuniões seja possível chegar a um entendimento com os representantes das escolas de educação básica e do ensino superior para que o reajuste seja justo.
                    Os professores reivindicam índice que garanta aumento real de salário. O que significa um percentual superior a 5,2%, que é a média da inflação apurada no período de nossa data-base (março/09 a fevereiro/10), pelo DIEESE, IBGE e FIPE. Reajuste inferior a isso sequer repõe as perdas inflacionárias.
                    Na educação básica, os patrões disseram que até pagariam a média da inflação, mas nada de aumento real. No ensino superior, a situação foi mais grave: reajuste de 4% neste ano e 1,18% só em fevereiro de 2011!
                    Os professores não só rejeitaram tais propostas como autorizam o Sindicato a continuar negociando com os donos de escola um reajuste salarial digno, bem como a renovação de toda a convenção coletiva de trabalho de nossa categoria.

Hora tecnológica
                    O pagamento da carga extra de trabalho que os professores têm hoje, decorrente das atividades ligadas às novas tecnologias – uma das principais reivindicações nesta campanha - continua enfrentando resistência dos patrões, que alegam dificuldades administrativas, técnicas e econômicas.
                    Mas o SINPRO-SP, ao lado dos demais sindicatos que compõem a FEPESP, vai continuar lutando para que esse trabalho novo, que vem sendo agregado ao professor por meio de plataformas interativas, seja devidamente remunerado.
                    Acompanhe o andamento das negociações no site, nas próximas edições do Boletim dos Professores e também no blog da campanha.

05/04/2010
A contribuição sindical
Fonte: Sinpro

                    Em março, todos os trabalhadores brasileiros têm o desconto de um dia de salário referente à contribuição ou imposto sindical, previsto pela Constituição e regulamentado pela CLT, cujo recolhimento é feito pelo Ministério do Trabalho e posteriormente distribuído aos sindicatos (60%), federações (15%), confederações (5%) de cada categoria profissional, às centrais sindicais (10%) e ao próprio Ministério (10%).
                    Todos os profissionais contratados como professor que lecionam em instituições de ensino privadas da cidade de São Paulo deverão contribuir para o SINPRO-SP, a entidade sindical de representação de nossa categoria.
                    Os profissionais liberais, tais como advogados, engenheiros, economistas, administradores, arquitetos, dentistas, médicos, entre outros, contratados como professor, também deverão contribuir para o SINPRO-SP – que é o sindicato da categoria profissional preponderante nas instituições de ensino - ainda que, simultaneamente, fora dela exerça sua atividade liberal. É o que determina a CLT.
                    A contribuição sindical difere da mensalidade que o professor paga quando escolhe ser sócio do SINPRO-SP. Nesse caso, o docente contribui com 1% de seu salário de abril a dezembro. As três primeiras parcelas da mensalidade, correspondentes aos meses de janeiro, fevereiro e março, não são cobradas dos sócios, maneira que a diretoria do Sindicato encontrou para garantir a devolução da contribuição sindical. O SINPRO-SP não cobra qualquer outro tipo de taxa dos professores.

01/04/2010
Professores do Sesi e do Senai aprovam acordo
Fonte: Sinpro

                    Os professores do Sesi e do Senai reunidos hoje em assembleia no SINPRO-SP aprovaram proposta para os respectivos acordos coletivos de trabalho de 2010, que preveem reajuste salarial de 6,5%.
                    A proposta estabelece também a renovação das cláusulas sociais, com a possibilidade de alteração de redação em algumas delas. Os termos ainda estão sendo discutidos no âmbito do comando unificado da campanha salarial.

01/04/2010
Campanha salarial: assembleia rejeita propostas patronais
Fonte: Sinpro

                    Os professores da educação básica e ensino superior reunidos em assembleia no SINPRO-SP, no último dia 25, rejeitaram as contrapropostas apresentadas pelos respectivos sindicatos patronais nas últimas rodadas de negociação da campanha salarial 2010.
                    A grande resistência dos donos de escola está em disciplinar o pagamento da carga extra de trabalho que os professores têm hoje, decorrente das atividades ligadas às novas tecnologias. “Eles aceitam que os professores estão trabalhando mais. O problema é que desconversam na hora de definir uma forma de remunerar a categoria, alegando várias dificuldades administrativas, técnicas e, é claro, econômicas”, explica o presidente do SINPRO-SP, Luiz Antonio Barbagli.
                    O pagamento da “hora tecnológica”, como vem sendo chamada, é uma das principais bandeiras de luta da categoria nesta campanha salarial. O SINPRO-SP, ao lado dos demais sindicatos que compõem a Federação dos Professores do Estado de São Paulo (FEPESP), apresentou proposta de redação para incluir o pagamento do trabalho tecnológico nas próximas convenções, que não foi aceita pelos patrões.
                    Além da hora tecnológica, os professores reivindicam reajuste salarial que garanta a recomposição das perdas inflacionárias no período de nossa data-base, mais aumento real, PLR e a renovação de todas as cláusulas sociais já presentes nas normas coletivas.
                    Nos dois segmentos, as entidades patronais insistem em alegar dificuldades financeiras para não conceder aumento real. “No ensino superior, a proposta de reajuste salarial dos patrões sequer repõe a inflação”, enfatiza Barbagli.
                    Durante a assembleia, os professores autorizaram o SINPRO-SP a continuar negociando com os sindicatos patronais, na tentativa de buscar um acordo que atenda às demandas de nossa categoria. E também autorizam o encaminhamento da decisão para a Justiça do Trabalho, em caso de fracasso nas negociações.

23/03/2010
Como lidar com a intolerância em sala de aula
Fonte: Sinpro

                    Cenas de intolerância têm se tornado cada vez mais comuns nos ambientes escolares. Quais as razões que explicam o problema? E, principalmente, como lidar com as situações adversas? Essas questões serão abordadas durante a palestra "Desafios do século 21: alargar fronteiras e aprender respeito" que a professora e pesquisadora Helena Sampaio irá ministrar no SINPRO-SP, no dia 8 de abril, a partir das 14h.
                    Partindo dos conceitos de alteridade e de diversidade, Helena pretende discutir como isso se traduz em sala de aula e como os professores podem tornar o momento de interação com o “outro” uma experiência transformadora para a cultura da tolerância.
                    O evento é aberto aos professores e demais interessados. As inscrições – que são gratuitas - devem ser feitas exclusivamente aqui no site do SINPRO-SP, basta clicar em um dos links destacados nos quadros abaixo.

Inscrições – professores sindicalizados

Inscrições – professores não sindicalizados

                    Mestre em Antropologia Social e doutora em Ciência Política pela Universidade de São Paulo, Helena Sampaio foi pesquisadora do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento e do Núcleo de Pesquisas sobre Ensino Superior da USP. É autora de diversas publicações. Além do trabalho como professora, também presta consultoria para várias instituições.
                    A palestra acontecerá no auditório do Sindicato (Rua Borges Lagoa, 170, Vila Clementino – próximo estação Santa Cruz do metrô). Todos os participantes receberão certificado.

10/03/2010
Trabalho tecnológico: a discussão é pra valer
Fonte: Sinpro

                    Os SINPROs e a FEPESP fizeram uma proposta formal para que seja incorporado à Convenção Coletiva, na cláusula de hora extra, o pagamento das atividades tecnológicas que o professor executa.
                    Apresentada nas últimas rodadas de negociações com os sindicatos patronais de ensino superior (SEMESP) e educação básica (SIEEESP), a redação estabelece como extras as atividades realizadas por meio eletrônico e de mídia com o uso de novas tecnologias e plataformas de interação com alunos e estabelecimentos de ensino.
                    O princípio geral da reivindicação já vinha sendo discutido desde as primeiras rodadas de negociação. Agora o debate ganhou uma outra qualidade.
                    Para a FEPESP e os SINPROs, o mais importante é a aceitação de que o contrato por hora-aula não dá conta das novas atividades docentes que foram se somando às que eram habitualmente realizadas. Segundo Celso Napolitano, presidente da FEPESP, "as escolas precisam reconhecer que esse trabalho é novo e não está sendo remunerado. Esse é o ponto de partida a partir do qual deve ser discutido como serão calculadas - e pagas - as horas de trabalho."
                    O SEMESP admite a existência de novas atividades, mas pondera que algumas delas sofreram apenas substituição do meio em que vinham sendo realizadas. Cita como exemplo a "tarjeta", suprimida pela transmissão online de notas. Para os mantenedores de ensino superior, estabelecer essa distinção é tão importante quanto definir a forma de remuneração pelo trabalho.
                    Já o SIEEESP defende que o trabalho seja regulamentado por acordo interno nas escolas, hipótese rejeitada pelos SINPROs e a FEPESP. Para os professores, a Convenção Coletiva deve estabelecer parâmetros de remuneração das novas atividades para toda a categoria.

03/03/2010
Para entender a licença-maternidade de 6 meses
Fonte: Sinpro

                    A possibilidade de extensão da licença-maternidade por mais dois meses passou a vigorar em janeiro de 2010. Mas esse benefício não está automaticamente garantido. A professora deve solicitar a prorrogação da licença – e tem prazo para isso - e a escola pode ou não concedê-la.
                    Isso porque cabe ao empregador optar por sua adesão ao Programa Empresa Cidadã, instituído pela lei 11.770, de 2008, justamente com o objetivo de ampliar a licença-maternidade das trabalhadoras brasileiras, inclusive nos casos de adoção ou guarda judicial.
                    A professora interessada deve fazer o requerimento da prorrogação do salário-maternidade ao RH da escola até o final do primeiro mês após o parto. Esse prazo está previsto na lei. Se concedida a ampliação da licença, a professora não poderá exercer qualquer tipo de atividade remunerada e não poderá deixar a criança em creche, sob o risco de perder o direito ao benefício.
                        As empresas que aderirem ao programa pagam o salário integral da funcionária no período adicional da licença (o salário-maternidade no período de 120 dias é pago em Previdência Social) e depois pode deduzir o valor do imposto de renda devido.
                    Tramita na Câmara dos Deputados Proposta de Emenda à Constituição 30/2007, que propõe a ampliação da licença-maternidade de quatro para seis meses. Se aprovada, a extensão do benefício passa a ser um direito garantido a todas as trabalhadoras brasileiras.

11/02/2010
Campanha salarial: reivindicação dos professores é destaque na imprensa
Fonte: Sinpro

                    A sobrecarga de trabalho docente com o crescente número de atividades ligadas às novas ferramentas tecnológicas ganhou destaque na mídia. Confira:

» Professor quer extra por trabalho on-line
Folha S. Paulo

» Professor quer hora extra virtual
Agora

»Novas tecnologias criam ‘professor 30 horas’ e necessidade de mudanças na remuneração
Entrevista com o presidente da FEPESP
Rádio CBN

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Entrevista com o presidente do sindicato patronal
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Entrevista com o Prof. Arnaldo Mazzei Nogueira
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Fórum de discussão
UOL Educação

03/02/2010
Campanha salarial: começam as negociações
Fonte: Sinpro

                    No último dia 26, aconteceu a primeira rodada de negociação entre os professores e donos de escola do ensino básico. O foco das discussões foi a sobrecarga de trabalho docente com o crescente número de atividades ligadas às novas ferramentas tecnológicas.
                    O SINPRO-SP, ao lado dos demais sindicatos que compõem a Federação dos Professores do Estado de São Paulo (FEPESP), enfatizou que é preciso disciplinar o trabalho extra e, consequentemente, remunerar os docentes de forma compatível. Essa é uma das principais bandeiras de luta da categoria na campanha salarial 2010.
                    Como exemplo, o SINPROs apresentaram ao sindicato patronal a relação de “atividades tecnológicas” previstas por um colégio de São Paulo em seu planejamento, agora no início do semestre letivo: edição de vídeo, gravação de áudio, uso da lousa eletrônica, moodle, blogs e twitter, só para citar algumas. Tais atividades representarão ao longo do semestre mais responsabilidades e compromissos aos professores. Nada mais justo, portanto, que sejam devidamente remunerados por elas.
                    O assunto voltará a ser discutido na próxima reunião com sindicato patronal, marcada para o dia 2 de fevereiro.
                    A primeira rodada de negociação com o Sesi e Senai está marcada para o dia 9 de fevereiro. Ainda não foi definida a data da reunião com sindicato que representa as mantenedoras de ensino superior.

02/02/2010
Bolsa de estudo: um direito dos professores
Fonte: Sinpro

                    Os professores têm direito à gratuidade nas mensalidades de seus filhos nas instituições de ensino onde trabalham. Essa é uma importante conquista de nossa categoria presente nas convenções e acordos coletivos. Confira as cláusulas:

Educação básica | Ensino superior | Sesi | Senai

22/01/2010
Registro desde o primeiro dia de trabalho é obrigatório
Fonte: Sinpro

                    Os professores que começam o ano em um novo trabalho precisam ficar atentos: a escola deve fazer o registro na carteira a partir do início de suas atividades, incluindo o planejamento escolar.
                    O período de experiência faz parte do contrato de trabalho e, portanto, deve ser registrado na carteira.
                    A função docente não pode ser camuflada. Professor deve ser registrado como professor. Não aceite registro como monitor, instrutor, técnico de ensino etc. Algumas escolas tentam usar outras denominações com a intenção de desrespeitar o conjunto de direitos de nossa categoria. Muita atenção!
                    É importante que os professores também tomem cuidado com as contratações fraudulentas, por meio de cooperativas, terceirização ou o “PJ” (trabalho como pessoa jurídica). São formas de descaracterizar o trabalho docente. Não aceite. Em caso de dúvida, busque a orientação do SINPRO-SP.

15/01/2010
Já estão em vigor as novas tabelas de contribuição ao INSS e do IR
Fonte: Sinpro

                    Desde 1º de janeiro estão em vigor os novos valores de contribuição ao INSS e de desconto do imposto de renda. As mudanças serão aplicadas no holerite de janeiro, ou seja, nos salários pagos até o 5º dia útil de fevereiro.
                    A partir de agora, o teto da Previdência Social é de R$ 3.416,54 e a contribuição mensal, ou seja, o valor descontado no salário, não poderá ser superior a R$ 375,82. Veja a tabela do INSS.
   
                 Os professores que trabalham em mais de uma escola devem observar com atenção esses valores para não pagar mais que o necessário. Se o salário em uma das escolas for acima do teto da Previdência, leve uma declaração às outras instituições onde leciona para não ter mais desconto algum. Já quem recebe salário inferior ao teto terá desconto mensal proporcional em cada uma das escolas.

Imposto de renda
                    Seguindo as tabelas progressivas de cálculo do imposto de renda pessoa física, em 2010, assim como no ano passado, os contribuintes terão quatro alíquotas de desconto: 7,5%, 15%, 22,5% e 27,5%. Estão isentos do IR os trabalhadores que recebem salário de até R$ 1.499,15. Acesse a nova tabela do IR.

08/01/2010
Recesso escolar: um direito garantido
Fonte: Fepesp

                    O recesso escolar é um direito garantido pelas convenções coletivas de trabalho a todos os professores de educação básica e ensino superior.
                    O recesso tem duração mínima de 30 dias, durante os quais nenhum professor pode ser convocado para trabalho. Em geral, ele é gozado entre dezembro e janeiro.
                    Na educação básica, os trinta dias devem ser corridos. No ensino superior, a divisão é permitida desde que já estivesse prevista no calendário escolar do início de 2009. Ainda assim, é preciso que pelo menos vinte dias sejam gozados em janeiro de 2009. Os dez dias restantes podem ser concedidos em outros dois períodos, não inferiores a cinco dias cada um.
                    No SESI e no SENAI, o recesso é dividido em dois períodos de quinze dias cada.

Confira as cláusulas do recesso nas convenções coletivas:

» Educação básica
» Ensino superior
» Sesi
» Senai