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Resolução SE 81 - 16-12-11 (Quadros curriculares)

 

01/02/2012
Veja dicas de atividades para iniciar o ano letivo
Fonte: Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

Veja as dicas de atividades elaboradas pela Coordenadoria de Gestão da Educação Básica (CGEB), de acordo com os anos e áreas dos alunos

                    Nesta quarta-feira, dia 1º de fevereiro, cerca de 4,2 milhões de alunos voltam às aulas na rede estadual. Nesse início de ano, propor atividades diferentes, utilizando espaços como pátio, Sala de Leitura e sala de informática, pode ser uma boa forma de recepcionar os estudantes e incentivar a participação em classe.
                    Uma série de sugestões para colocar esse trabalho em prática, logo nos dez primeiros dez dias do ano letivo, foram elaboradas pela Coordenadoria de Gestão da Educação Básica (CGEB). O material de apoio preparado para os professores traz sugestões de atividades de acordo com os anos e áreas de ensino. “Esse trabalho de planejamento dos primeiros dias, organizando a escola e as atividades para receber da melhor forma possível os alunos, os professores e a comunidade tende a colaborar para que a escola desenvolva seu trabalho com qualidade ao longo do ano”, afirma João Freitas, do Departamento de Desenvolvimento Curricular e de Gestão da Educação Básica, da CGEB.
                    As orientações são divididas por ciclo para o 1º ao 5º ano e pelas áreas – Ciências Humanas e suas tecnologias, Matemática, Linguagens Códigos e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas tecnologias – para o 6º ao 9º ano e Ensino Médio. Além disso, foram pensadas sugestões para o início do ano letivo dos estudantes da Fundação Casa e de Liberdade Assistida. veja a introdução.

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01/02/2012
Professor receberá bônus em março
Fonte: Agora São Paulo

                    Os mais de 200 mil professores da rede estadual de ensino deverão receber o Bônus da Educação no final de março.
                    A informação é do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.
                    Para receber a grana, é necessário que o funcionário trabalhe em período equivalente a dois terços do ano, sem interrupção.
                    As únicas faltas permitidas são as licenças por maternidade, paternidade e adoção. Para outros funcionários, é considerada a média geral da escola.

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31/01/2012
Programa Computador do Professor já recebeu oito mil inscrições
Fonte: Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

                    Cerca de oito mil professores da rede estadual já se inscreveram no programa Computador do Professor. A iniciativa, que oferece facilidades no financiamento de notebooks para docentes e servidores da rede estadual, está com inscrições abertas. Confira os benefícios para adquirir seu computador portátil:

Benefícios para pagar
   
                 O pagamento poderá ser feito em até 24 meses, sem juros e IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), que são subsidiados pela Secretaria da Educação e pelo Centro Paula Souza. As parcelas serão debitadas mensalmente na conta-salário do servidor já a partir do mês seguinte à compra.

Opções de compra
   
                 Com preços que variam entre R$ 1.219 a R$ 2.199, o programa Computador do Professor tem opções para todos os gostos. São oferecidos 11 opções de máquinas, de seis fornecedores diferentes: Positivo, HP, Dell, Lenovo, Semp Toshiba e Itautec. Os interessados ainda poderão escolher entre três tipos de configurações: básica, intermediária e superior.

Quem pode participar
   
                 O benefício é válido para 220 mil docentes e servidores da Secretaria da Educação, além de 13 mil funcionários do Centro Paula Souza. Só poderão participar desta segunda etapa aqueles que não aderiram ao programa na primeira fase, realizada em 2009, quando mais de 43 mil professores compraram computadores portáteis.

Clique aqui e veja o passo a passo para se inscrever no programa

24/01/2012
SP autoriza contratação de 20.358 agentes escolares temporários
Fonte: Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

                    As escolas da rede estadual contarão com mais 20.358 agentes escolares neste semestre. O governador Geraldo Alckmin autorizou a contratação temporária de 14.808 agentes de organização escolar (AOE) e de 5.550 agentes de serviços escolares (ASE), que atuarão nas escolas estaduais em todo o Estado.
                    O processo seletivo será realizado de forma descentralizada pelas 91 diretorias regionais de ensino, que, mediante necessidade, publicarão no "Diário Oficial do Estado" os respectivos locais e períodos para inscrições, sem custos para os interessados. As diretorias que contarem com remanescentes do concurso público regional realizado em 2009, poderão chamar estes candidatos.
                    A contratação, que poderá ser feita pelo prazo máximo de 12 meses, atenderá à demanda criada com novas unidades escolares e a ampliação das já existentes, adequando o módulo de servidores de cada unidade escolar.
                    A função do agente de organização escolar é dar suporte às ações da secretaria e atender à comunidade da escola, de acordo com as necessidades da respectiva unidade de ensino. Entre suas atribuições, estão: zelar pelo bem-estar dos alunos e pela estrutura física da unidade; orientar os estudantes quanto às normas de conduta previstas no regimento escolar; controlar a movimentação dos estudantes nas dependências da escola e imediações; auxiliar na manutenção da disciplina geral. A jornada de trabalho do AOE é de 40 horas semanais e o salário é de R$ 800.
                    Os agentes de serviços escolares temporários serão contratados para suprir a demanda atual, com jornada de trabalho de 40 horas semanais e remuneração mensal de R$ 665. São atribuições do ASE tarefas relacionadas à limpeza, manutenção e conservação da escola, assim como o controle e preparo da merenda escolar.

20/01/2012
SP institui jornada de trabalho de dois terços em sala de aula para professores
Fonte: Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

                    Os professores da rede estadual de ensino de São Paulo começarão o ano letivo, em 1º de fevereiro, com uma jornada em sala de aula fixada em dois terços de sua carga horária total - o máximo permitido pela Lei Nacional do Piso Salarial do Magistério Público. O Estado já tem o salário-base inicial de docentes 59,5% acima do atual valor mínimo estabelecido por essa mesma legislação.
                    As horas correspondentes a um terço da jornada total deverão ser cumpridas pelos professores em atividades pedagógicas extraclasse na escola, como reuniões de trabalho e atendimento a pais de alunos, ou em local de livre escolha, como preparação de aulas e correções de provas e tarefas. A resolução que regulamenta a nova composição da carga horária foi publicada na edição de hoje do "Diário Oficial do Estado".
                    "Ao elaborar a nova distribuição do horário de trabalho de nossos professores, tivemos como foco não só adequar a jornada do magistério à lei federal, mas, acima de tudo, também proporcionar aos educadores da rede estadual de São Paulo mais tempo para o desempenho de atividades voltadas à melhoria do aprendizado dos alunos", declarou o secretário da Educação, Herman Voorwald. "Desse modo, mantivemos nossa prioridade para as duas diretrizes principais do programa Educação - Compromisso de São Paulo, que são tornar o ensino paulista um dos melhores do mundo e de valorizar a carreira docente, fazendo com que ela seja uma das mais prestigiadas por nossos jovens".
                    Contestada por outras Unidades da Federação no Supremo Tribunal Federal, a lei federal nº 11.738 de 2008 foi considerada constitucional somente no ano passado. Desse modo, foi necessário concluir o ano de 2011 para adequar a composição da jornada de trabalho do magistério, pois essa modificação exigiria uma inviável reorganização da atribuição de aulas no decorrer do mesmo período letivo.
                    Tomando como exemplo a jornada diurna total de 40 horas semanais - que preencheriam 48 aulas de 50 minutos, se não houvesse jornada extraclasse -, a norma agora instituída faz os dois terços (66,6%) da jornada em classe corresponderem a 32 aulas, ou seja, 26 horas e 40 minutos. E as atividades extraclasse passam a somar 13 horas e 20 minutos, o equivalente a 16 aulas, ou seja, um terço do total (33,3%).
                    Na distribuição do total de horas de trabalho semanais vigente até 2011, as atividades em classe compreendiam 33 aulas de 50 minutos, que somavam 27 horas e 30 minutos. A jornada extraclasse era de 12 horas e 30 minutos, o equivalente a 15 aulas.
                    Também para a carga horária total diurna de 40 horas, a composição da jornada extraclasse passa a ser de 13 aulas (10 horas e 50 minutos) de trabalho pedagógico na escola e de 3 aulas (2 horas e 30 minutos) em local de livre escolha pelo docente.
                    A regulamentação publicada hoje revoga a Resolução SE nº 18, de 24 de fevereiro de 2006, que definia como complementação de carga horária os 10 minutos a mais de trabalho para cada aula ministrada no período diurno e que não eram previamente definidos como horário de trabalho pedagógico na escola nem como atividades em local de livre escolha. No caso de uma jornada diurna total de 40 horas semanais, sobravam 5 horas e 30 minutos indefinidas.
                    No período noturno, cujas aulas são de 45 minutos, eram 15 os minutos de complementação.
                    Como não existem intervalos entre as aulas ministradas pelos docentes, os 10 minutos complementares para cada aula de 50 minutos no diurno, que é paga como hora completa de 60 minutos - assim como os 15 minutos para cada aula de 45 minutos no noturno -, não compõem tempo de trabalho cumprido em classe.
                    Na rede estadual de ensino existem quatro jornadas de trabalho docente com cargas horárias distintas, que, com a nova regulamentação, passam a ter as composições apresentadas na resolução.
                    A implementação da medida custará anualmente cerca de R$ 330 milhões à Pasta e pode requerer a contratação , já prevista na programação da Secretaria da Educação, de mais 10.000 professores para este ano letivo.

Acima do piso
   
                 Os docentes da rede estadual de ensino paulista recebem atualmente um salário-base 59,5% superior ao piso nacional atual. Um professor de educação básica que leciona no ciclo II do Ensino Fundamental e no Ensino Médio, com jornada de 40 horas semanais, tem hoje um salário-base de R$ 1.894,12, ou seja, 59,5% maior do que os R$ 1.187,97 definidos atualmente na Lei do Piso para todas as Unidades da Federação.
                    A valorização dos educadores está entre as principais prioridades do Governo de São Paulo. Em uma das iniciativas mais importantes dos últimos anos em prol do magistério paulista, o governador Geraldo Alckmin sancionou em julho de 2011 a lei complementar que concede aumento salarial escalonado de 42,25% até julho de 2014 para 374 mil profissionais ativos e aposentados. O salário-base de um professor com jornada de 40 horas semanais, por exemplo, passou de R$ 1.665,05 para R$ 1.894,12, o que corresponde a 13,76% de acréscimo. O aumento foi retroativo a 1º de junho do ano passado.
                    Contando com os adicionais por tempo de serviço, o professor ingressante na rede estadual poderá, em pouco mais de 20 anos, alcançar um vencimento equivalente, hoje, a R$ 9.385,70, conforme a Estrutura de Cargos e Salários já definida por lei para o Plano de Carreira que a Secretaria da Educação está elaborando com a colaboração de representantes de associações e sindicatos e de outras entidades. Esse plano estimulará os docentes com oito níveis de promoção salarial por meio da formação continuada e também com outros oito de valorização por mérito, que será baseada não só em provas, mas em critérios de desempenho que estejam associados à melhoria do aprendizado dos alunos.

19/01/2012
Escolas estaduais terão professor-auxiliar e novos modelos de recuperação
Fonte: Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

                    As escolas estaduais passam a contar a partir deste ano com professores-auxiliares, que darão suporte aos docentes titulares na assistência a alunos dos ensinos Fundamental e Médio que necessitarem de atenção suplementar no processo de aprendizagem, em uma modalidade contínua de recuperação. Haverá ainda a recuperação intensiva, que possibilitará a formação de classes para até 20 estudantes em quatro etapas do Ensino Fundamental, com estratégias pedagógicas diferenciadas e específicas, de acordo com as necessidades dos alunos com dificuldades de aprendizado.
                    A resolução que regulamenta a nova função e os dois formatos de apoio escolar está publicada no "Diário Oficial" do Estado do dia 13 de janeiro. Os novos mecanismos visam a atender às diversas características e ritmos de aprendizagem, a fim de melhorar o desempenho dos estudantes. A iniciativa integra o plano de ações para reestruturação do atual sistema educacional, inserido no programa Educação - Compromisso de São Paulo, cujo objetivo principal é posicionar a rede estadual entre os 25 melhores sistemas do mundo e tornar a carreira de professor uma das mais prestigiadas pela sociedade.
                    "O professor-auxiliar e os novos mecanismos de apoio escolar serão fundamentais no processo de recuperação de alunos com necessidade de reforço de aprendizagem. Desse modo, teremos condições de intervir de forma mais eficaz para melhorar o desenvolvimento dos nossos estudantes", afirmou o secretário-adjunto João Cardoso Palma Filho.
                    A nova função poderá ser atribuída a docentes titulares e estáveis ou a candidatos à contratação temporária. Esses professores só poderão assumir o posto caso não haja classes ou aulas regulares vagas nas respectivas diretorias regionais de ensino.
                    O número de professores-auxiliares que atuarão na rede estadual será definido após o fim do processo de atribuição de aulas, a ser realizado entre os dias 23 e 31 de janeiro.
                    Cabe salientar que os professores-auxiliares são docentes habilitados para o exercício do magistério que, em sua maioria, já atuam na rede estadual e têm vínculo funcional com a Secretaria da Educação, diferentemente dos alunos-pesquisadores, estudantes em formação que integram o projeto Bolsa Alfabetização, vinculado ao programa Ler e Escrever, cujo objetivo central é o fortalecimento da formação de docentes pelo ensino superior.
                    Os alunos-pesquisadores são universitários que cursam letras ou pedagogia em uma instituição conveniada ao Bolsa Alfabetização e que recebem uma bolsa para auxiliar aos professores nas salas de aula de 2º ano do Ensino Fundamental regular e de 4º e 5º anos do Programa Intensivo de Ciclo do mesmo nível de ensino das escolas da rede estadual. Portanto, tratam-se de iniciativas distintas, que serão desenvolvidas simultaneamente.

Recuperação contínua
   
                 A recuperação contínua contará com professores-auxiliares que poderão atuar, simultaneamente aos docentes titulares, em classes regulares cujo número de alunos ultrapasse 25 no ciclo I do Ensino Fundamental, 30 no ciclo II desse mesmo nível de ensino e 40 no Ensino Médio.
                    No ciclo I, o professor-auxiliar poderá atuar, em cada turma, com até 10 aulas por semana. As classes de 6º ao 9º ano que tenham mais de 30 alunos e do Ensino Médio com mais de 40 alunos poderão contar com o apoio de um profissional na função em até três horas-aula semanais, distribuídas entre até três disciplinas.

Recuperação intensiva
   
                 A recuperação intensiva prevê a criação de classes com até 20 estudantes e atividades de ensino diferenciadas e específicas para superação das defasagens de aprendizagem diagnosticadas pelos professores. A modalidade será estruturada em quatro etapas no decorrer do Ensino Fundamental.
                    A primeira será organizada como classe do 4º ano, constituída por alunos que apresentarem defasagem em relação à expectativa definida para os três anos anteriores.
                    A segunda será como turma do 5º ano, no mesmo formato da anterior, mas também atenderá estudantes que necessitem frequentar mais um ano letivo no Ciclo I para terem condições de dar prosseguimento aos estudos no 6º ano.
                    A terceira etapa será organizada como classe do 7º ano, formada por estudantes que, após o término do 6º ano, ainda demandarem reforço para o próximo curso.
                    A quarta formará turma do 9º ano, no mesmo molde da anterior, mas também atenderá àqueles alunos que necessitarem frequentar mais um ano, além dos quatro do Ciclo II, para estarem aptos a continuar os estudos no Ensino Médio. Este ano adicional também poderá ser cursado em classe regular, cabendo a decisão à equipe gestora, quando os estudantes apresentarem resultados insatisfatórios em mais de três disciplinas.
                    Em todas as etapas, a organização das classes de alunos que necessitem de estudos de recuperação intensiva ou que devam integrar classes regulares deverá resultar de indicação feita pelos professores, no último conselho de classe, realizado ao final do ano letivo anterior, ocasião em que também poderão ser indicados os docentes da escola que irão assumir as referidas classes no ano letivo subsequente. A formação das classes deverá ainda ter parecer do supervisor de ensino da unidade escolar e ser homologada pelo dirigente regional de ensino.
                    Excepcionalmente neste ano, a equipe gestora de cada escola poderá indicar, no período de 16 a 20 de janeiro, se houver necessidade, a formação de classes de recuperação intensiva.
                    A atribuição de classes e aulas de recuperação intensiva ocorrerá conforme as regras do processo regular da rede estadual e poderá constituir e ampliar a jornada de trabalho do docente titular de cargo, assim como compor sua carga suplementar, se for o caso.

Avaliação da Aprendizagem em Processo
                   
Os alunos dos 6º e 7º anos do Ensino Fundamental e das 1ª e 2ª séries do Ensino Médio contarão ainda com instrumento de avaliações semestrais. A Avaliação da Aprendizagem em Processo visa proporcionar intervenções mais rápidas e pontuais, a tempo de melhorar o aprendizado do estudante no mesmo semestre letivo.
                    Essa ação deverá interferir diretamente no aprimoramento da progressão continuada, antecipando-se à reformulação dos ciclos do Ensino Fundamental de 9 anos, que está em discussão no magistério. Independentemente do modelo de divisão de ciclos a ser implantado a partir de 2013, as avaliações de aprendizagem semestrais já terão sido assimiladas, resultando na melhoria do aprendizado dos alunos

05/01/2012
Estado nomeia quase 14,5 mil novos professores para 2012
Fonte: Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

                    O governador Geraldo Alckmin nomeou, nesta quarta-feira, 4, 14.473 professores que concluíram o curso de ingressantes na Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores "Paulo Renato Costa Souza" (EFAP) e deverão começar a lecionar nas escolas estaduais neste ano. Na ocasião, Alckmin também nomeou 993 agentes de organização escolar, 1.149 oficiais administrativos e 245 executivos públicos, além de ter sancionado três importantes leis aprovadas pela Assembleia Legislativa, referentes ao novo modelo de Ensino Médio de tempo integral, à "quarentena" para contratação temporária de docentes e à reestruturação administrativa da Secretaria da Educação.
                    "No ano passado já foram 9,9 mil professores concursados efetivados e, até o final deste semestre, vamos chamar mais 9 mil professores do concurso público para fazer a Escola de Formação de Professores e assumirem no início do ano que vem. Então, serão, em pouco mais de um ano, quase 34 mil professores assumindo a sua cadeira. Um ganho extremamente importante", afirmou o governador.

Novos professores
                   
A relação dos docentes ingressantes será publicada na edição do Diário Oficial do Estado da próxima segunda-feira, 9. Os nomeados terão 30 dias para tomar posse dos cargos (prorrogáveis por igual período) e depois poderão participar da atribuição de aulas prevista para a segunda quinzena deste mês. Dos 14.473 mil novos professores, cerca de 27% atuarão em unidades da rede estadual na capital, 30% na Grande São Paulo e 43% no interior.
                    No total, cerca de 16 mil candidatos foram convocados para iniciar em agosto o curso de formação específica. A aprovação exige nota igual ou superior a cinco de um total de 10 pontos na prova final. Participaram do exame apenas os docentes que cumpriram um mínimo de 75% do total das atividades propostas a cada mês para o curso, além de terem participado integralmente de pelo menos dois encontros presenciais.
                    Os ingressantes receberão um salário inicial de R$ 1.988,83. Contando com os adicionais por tempo de serviço, o professor ingressante na rede estadual poderá, em pouco mais de 20 anos, alcançar um vencimento equivalente, hoje, a R$ 9.385,70, conforme a Estrutura de Cargos e Salários já definida por lei para o Plano de Carreira que a Secretaria da Educação está elaborando com a colaboração de representantes de associações e sindicatos e de outras entidades. Esse plano estimulará os docentes com oito níveis de promoção salarial por meio da formação continuada e também com outros oito de valorização por mérito, que será baseada não só em provas, mas em critérios de desempenho que estejam associados à melhoria do aprendizado dos alunos.

Leis sancionadas
   
                 A lei do novo modelo de Ensino Médio de tempo integral entrará em prática já em fevereiro em 16 escolas de diversas localidades do Estado. Para 2013, está prevista a implantação em mais 100 unidades e, em 2014, em outras 184. A intenção é que até o fim da atual gestão sejam implantadas 300 unidades. Para colocar esse modelo em prática, a iniciativa de lei do Governo do Estado prevê a criação do Regime de Dedicação Plena e Integral (RDPI) e a Gratificação de Dedicação Plena e Integral (GDPI).
                    Para assegurar mais docentes em salas de aulas durante a formação específica de mais ingressantes do concurso ainda vigente, o governador sancionou lei que permitirá reduzir de 200 para 40 dias a chamada "quarentena" para a contratação temporária de professores para a rede estadual de ensino. Pela legislação vigente, cerca de 25 mil docentes temporários, que foram classificados na Prova de Avaliação, realizada em 30 de outubro, poderão ser contratados para assumir aulas neste ano letivo.
                    A outra lei sancionada permitirá a extinção de 1.834 cargos e a criação de outros 1.743 postos dos órgãos centrais da Secretaria da Educação e das 91 diretorias regionais de ensino distribuídas por todo o Estado. Além de proporcionar um quadro de pessoal mais enxuto e adequado à Reestruturação Administrativa da Pasta e ao desafio de tornar o ensino público paulista um dos melhores do mundo, a iniciativa prevê uma economia anual da ordem de R$ 2,2 milhões com despesas de folha de pagamento.

Agentes de organização escolar
   
                 Os 993 agentes de organização escolar (AOE) nomeados hoje são remanescentes do concurso público regional realizado em 2009, que foram convocados no ano passado. Com as nomeações anteriores desse mesmo processo seletivo, somam-se 7.352 novos funcionários. A função do AOE é dar suporte às ações da secretaria na escola e atender à comunidade escolar, de acordo com as necessidades da respectiva unidade de ensino.
                    Entre suas atribuições, estão: zelar pelo bem-estar dos alunos e pela estrutura física da unidade; orientar os estudantes quanto às normas de conduta previstas no regimento escolar; controlar a movimentação dos estudantes nas dependências da escola e imediações; auxiliar na manutenção da disciplina geral. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais e o salário é de R$ 800.

Executivos públicos e oficiais administrativos
                   
Os 1.394 executivos públicos e oficiais administrativos nomeados nesta quarta-feira foram aprovados em concursos realizados em agosto de 2011. As vagas serão distribuídas entre órgãos centrais e regionais da Secretaria.
                    Ao todo, 24.612 candidatos fizeram o exame para executivo público, destinado ao provimento de 245 vagas. O vencimento inicial para a função corresponde a R$ 3.389,00 e a carga horária é de 40 horas semanais. Entre as atribuições básicas do cargo estão atividades de assistência e assessoria em unidades técnicas.
                    A prova para oficial administrativo contou com 62.990 inscritos, que concorreram a 1.203 vagas. O vencimento inicial para a função corresponde a R$ 909,70 e a carga horária é de 40 horas semanais. Entre as atribuições básicas do cargo estão atividades de apoio técnico e administrativo em diversas áreas de atuação

02/01/2012
Matrículas para Ensino Médio Técnico integrado vão até o dia 13
Fonte: Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

                    O prazo para matrícula na modalidade integrada do programa Rede Ensino Médio Técnico foi prorrogado até o dia 13. A nova data vale para as 253 vagas que ainda não foram preenchidas. Os interessados devem se cadastrar nas próprias escolas que oferecerão os cursos.
                    Nesta modalidade, o Ensino Médio e o ensino técnico serão oferecidos em um único curso. Podem concorrer às vagas alunos matriculados na 1ª série do Ensino Médio de 21 escolas estaduais participantes. São oferecidos 16 cursos técnicos diferentes para 38 turmas. O programa atenderá 1.520 estudantes e terá início em fevereiro.
                    Confira a lista de escolas e cursos que ainda têm vagas (Município - Escola Estadual - Cursos - Número de vagas remanescentes):

Araraquara - Ergilia Miceli - Mecânica - 8
Araraquara - Ergilia Miceli - Informática - 2
Birigui - Portal da Pérola - Manut. e Suporte em Informática - 17
Birigui - Portal da Pérola - Automação Industrial -23
Bragança Paulista - Ministro Alcindo Bueno de Assis - Mecânica - 25
Bragança Paulista - Ministro Alcindo Bueno de Assis - Informática - 17
Campos do Jordão - Profº Theodoro Correa Cintra - Informática - 19
Campos do Jordão - Profº Theodoro Correa Cintra - Edificações - 19
Capivari - Padre Fabiano José Moreira de Carvalho - Informática - 24
Capivari - Padre Fabiano José Moreira de Carvalho - Química - 26
Caraguatatuba - Thomaz Ribeiro de Lima - Técnico em Comércio - 25
Caraguatatuba - Thomaz Ribeiro de Lima - Informática para Internet - 9
Hortolândia - Profº Liomar Reitas Câmara - Mecânica - 4
Presidente Epitácio - Dezoito de Junho - Eletrotécnica - 8
São Carlos - Conde do Pinhal - Informática - 3
São Roque - Germano Negrini - Alimentos - 24