|
| |
Ciclovias
da Zona Leste
Jardim Botânico
|
Pontos
Turísticos |
| Ciclovias da Zona Leste
Seguindo a
tendência atual do urbanismo de privilegiar espaços que atendam ao trânsito
de bicicletas, a ciclovia implantada no canteiro central da Av.
Francisco Glicério, no mesmo nível da rua, foi inaugurada em 2.000.
Com 3,60 m de largura - incluindo as calçadas e a faixa de rolamento de
2m - estende-se da Av. Pinheiro Machado à Av. Ana Costa. Mas a primeira
etapa de 2.500 m visa alcançar ainda a Av. Conselheiro Nébias. Do
Canal 3 até essa avenida ela será mais estreita, ocupando a calçada
ao lado da linha férrea. O projeto já prevê o prolongamento pela Av.
Afonso Pena até o porto, interligando vários bairros no sentido
Leste-Oeste, num total de 6.400 m. Fiel ao item segurança, o trecho
construído conta com defensas entre a pista de ciclistas e a faixa de
rolamento, tem mão dupla e dispõe de trechos específicos para a
travessia de pedestres. A pintura do
solo dá identidade ao equipamento,
que tem semáforos e toda a sinalização horizontal e vertical em
intercessões e cruzamentos, segundo normas da legislação de trânsito
para bicicletas.
Sem esquecer do paisagismo, o projeto cuidou do plantio
de inúmeras palmeiras ao longo do trajeto. Para a orla da praia foi
projetada uma ciclovia com cerca de 5 Km de comprimento, estendendo-se
do Canal 1 ao 6, com 2,5 m de largura, entre o jardim e a pista, no
sentido José Menino / Ponta da Praia. A obra permitirá a passagem
subterrânea de fios e cabos e ampliará em 1.213 m2 a área verde da
orla, com o plantio de cerca viva para a separação de ciclistas e
pedestres.
O projeto conserva todas as características do jardim, que
aparece no site da Internet e na página 196 da edição de 2002 do
Guinness Book, como o maior jardim (veja verbete) frontal de praia em
extensão do mundo.
|
| Clique
nas fotos para ampliar |
 |
 |
| Engenho dos Erasmos
A edificação de 3.200 m2, em área
com mais de 48 mil m2, está reduzida a duas paredes, construídas à
base de pedras, areia e cal de conchas. As ruínas da sede são constituídas
por blocos de rochas graníticas. Hoje ali se desenvolve um projeto
arqueológico, por meio de convênio firmado entre a Prefeitura
Municipal e a Universidade de São Paulo (USP), que não visa restaurar
as ruínas, mas garantir a segurança das estruturas para implantação
de um parque cultural. Erguido à semelhança dos engenhos existentes na
ilha dos Açores, dada a aglutinação de áreas residenciais e de
trabalho num único edifício, supõe-se ter sido um estabelecimento de
porte médio.
A localização, junto a um riacho, permitiu que fosse
movido a energia hidráulica, com roda d'água de eixo horizontal.
Escavações arqueológicas desenterraram a mó de pedra, roda com um
metro de diâmetro que fazia girar os eixos com os quais se esmagava a
cana para obter o caldo. Também foram encontradas fôrmas de pães de açúcar,
que recebiam o caldo de cana fervido e o armazenavam por 45 dias, após
os quais o pão - bloco de açúcar
endurecido - era retirado. A camada
superior e mais clara era a parte nobre, que se destinava à exportação.
Na inferior ficavam depositados o bagaço da cana e as impurezas, o
produto mascavo e mais escuro.
O Engenho São Jorge dos Erasmos foi
construído sobre uma plataforma de terreno, ampliada pela construção
de muros de arrimo, em posição de domínio sobre a paisagem à frente
e protegida dos ataques dos índios pelo Morro da Nova Cintra, na
retaguarda. Abaixo, um curso d'água facilitava o transporte da cana e
do açúcar por canoas. Erguido em 1533, foi uma das primeiras agroindústrias
de 'ouro branco' do Brasil e a primeira sociedade anônima do País, da
qual participava Martim Afonso de Souza.
Em 1540, o banqueiro holandês
Erasmos Schetz adquiriu a propriedade, incendiada no século XVII pelo
pirata holandês Joris Spielbergen. Paralisando as atividades no século
XVIII, a área foi loteada em 1943, sendo o engenho doado para a
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP e tombado em 1963.
Local
Sopé do Morro da
Caneleira
Visitas sob
agendamento pelo telefone 3205-5555, ramal 628
|
|
| Estação Sorocabana
Está inserida em terreno de
aproximadamente 88 mil m2, que vai da Av. Ana Costa até a Bernardino de
Campos (Canal 2). Em 2000 a área recebeu um supermercado. Obedecendo ao
tombamento efetuado um ano antes, a edificação foi recuperada e
transformada na Casa da Estação do Instituto Pão de Açúcar de
Desenvolvimento Humano. Conta com quatro salas de aula e, em conjunto
com o Senac, oferece os cursos de Educação para o Trabalho, destinado
a jovens de 15 a 18 anos, e Um Passo a Mais, para adolescentes de 11 a
14 anos. Este consta de aulas de Inglês e Informática, dispondo de
laboratório com mais de dez computadores para uso dos alunos. O saguão
ainda conserva os cinco guichês ou bilheterias de madeira e vidro, onde
eram vendidas as passagens. Térrea, a edificação tem dois pavimentos
apenas no bloco central, encimado por relógio ladeado por volutas.
Fechados por modernas portas de vidro, os arcos do vestíbulo repetem-se
nas seis janelas de venezianas laterais,
contornados por molduras.
Como o prédio
da Beneficência Portuguesa (veja verbete), seu estilo neocolonial marca
um momento de afirmação da cultura nacional, por meio da busca de
características próprias para a arquitetura brasileira, época que
prenunciou o modernismo.
A Estrada de Ferro Sorocabana foi construída
em 1929 pela Brazilian Railway, tendo representado um forte elo de ligação
entre Santos e o Vale do Ribeira, na época áurea do escoamento e
exportação do café. A incorporação da empresa ao governo paulista
ocorreu em meados de 1971. Em 1999, a Companhia Paulista de Trens
Metropolitanos (CPTM), detentora da posse da área, vendeu-a para
instalação do supermercado e da construção, em 2001, do Centro de
Exposições e Convenções (veja verbete) da cidade, como resultado do
trabalho de fomento que a Prefeitura vem dando ao turismo, a partir de
1997.
Local
Av. Ana Costa nº 340. Tel. 3229-0080
Funciona de segunda a
sexta, das 8h00 às 12h00 e das 13h30 às 17h30
|
| Clique
na foto para ampliar |
 |
| Jardim
Botânico
Espaço verde de 90 mil m2, o Jardim
Botânico Chico Mendes é responsável pela produção das mudas que
abastecem o jardim da praia e todos os logradouros públicos da cidade.
Conta com acervo vivo com mais de 300 espécies vegetais, divididas em
20 coleções.
O destaque fica com espécies da Amazônia, espécies da
Mata Atlântica, árvores de madeira de lei, o bosque de pau-brasil -
inaugurado em 2001 - e 65 qualidades de palmeiras, entre elas a
imperial, usada na arborização da Av. Ana Costa. Essa diversidade pode
ser apreciada em passeio monitorado. O parque tem alamedas asfaltadas e
iluminadas, que facilitam a prática de caminhadas, além de bancos e
mesas de madeira, ideais para piqueniques. Possui três lagos com patos,
marrecos, gansos e uma ilha com macacos. Reformado pela Prefeitura
Municipal em 2001, recebeu chafariz e um deck de madeira sobre o lago
maior, destinado à realização de eventos culturais. Dispõe ainda de
viveiro com animais silvestres, playground e campo de futebol. O
viveiro/estufa do Projeto Terra vende plantas ornamentais, cuja renda é
revertida para os participantes do programa. Trata-se de uma parceria
entre as secretarias municipais de Meio Ambiente e Saúde, em que os
pacientes dos Núcleos de Atendimento Psicossocial, em acompanhamento
terapêutico, aprendem a cuidar de jardins, a cultivar ervas medicinais
e outras plantas.
O parque iniciou-se em 1925, no antigo Horto
Municipal, que ficava ao lado da Santa Casa, onde jardineiros da
Prefeitura começaram a plantar as primeiras mudas. Em 1973, esse
cultivo passou a ser feito no terreno atual, no Bom Retiro, que se
transformou em Jardim Botânico em 1994, e passou a acolher programas de
conservação das espécies nativas da Mata Atlântica.
Local
Rua João
Fracarolli s/ nº. Tel. 3203-6728
Funciona todos os dias, das 8h00 às 18h00
Entrada franca
|
| Clique
nas fotos para ampliar |
 |
 |
| Monumento
"O
Peixe"
Instalada na
entrada de Santos, a figura de um peixe simboliza toda a Baixada
Santista e o porto, lembrando também o time de futebol que ostenta o
nome da cidade.
Sua beleza reside na simplicidade de linhas, expressa em
duas hastes de aço Cos Ar Cor 400. O material possui cobre e cromo em
sua composição química, o que lhe confere a textura aveludada e a
coloração marrom café, camada de pátina que se assemelha a ferrugem.
O aço patinado foi escolhido pela necessidade de resistir ao tráfego
intenso e à corrosão atmosférica, ocasionada pela exposição
permanente às condições naturais.
As 35 toneladas de metal da peça
foram produzidas pela Companhia Siderúrgica Paulista (Cosipa), empresa
sediada em Cubatão, município vizinho de Santos. À noite, 61 lâmpadas
especiais de vapor metálico, de 70 watts cada, iluminam o monumento em
toda a sua extensão. Como o formato das lâmpadas é arredondado, há
grande concentração de luz sobre cada parte focada da escultura,
permitindo que ela seja avistada a quilômetros de distância. Executada
pelo artista plástico Ricardo
Campos Mota, a obra foi inaugurada em 15 de
dezembro de 1999.
Local
Km 64 da Via
Anchieta
|
| Clique
na foto para ampliar |
 |
| Morro da Nova Cintra
Situada a uma altitude de 118 m e com 9.800m2 de área,
a Lagoa da Saudade é a maior atração do bairro da Nova Cintra. Embora
os mergulhos sejam proibidos por causa da densa camada de areia e da
presença de um jacaré, que ali foi deixado por volta de 1996, a pesca
esportiva é incentivada pelo poder público municipal, que abastece
regularmente suas águas com peixes e girinos. Seu entorno conta com
brinquedos e quiosques próprios para piqueniques e churrascos.
Reformada em 2000 pela Prefeitura Municipal, ganhou ponte de madeira
para pedestres
e pista de skate - a única pública do Brasil que é
feita em madeira.
O nome do morro foi dado pelo português Luiz Matos,
que ali construiu um sítio, onde residiu até o final do século XIX.
Hoje ainda existem chácaras com belas espécies de plantas e flores, além
de dois alambiques, que produzem
cachaça de alta qualidade, disputada por colecionadores.
LocalTel.
3235-6969
|
| Clique
na foto para ampliar |
 |
|
Fonte: Prefeitura
Municipal de Santos
|