MicroEducação

Manager Online - Empregos

MicroEducação

Agenda de Vestibulares

Apeoesp

Avaliações

Biblioteca do ME 

Concursos PEB SP

Datas Comemorativas

Dicionário Científica

Eleições

Futebol

Jogos Olímpicos 2012

Jogos Pan-americanos 2011

Leis da Educação

MicroEducação News

Noticias da Baixada

Secretaria da Educação

Shopping

Sinpro/Fepesp

.

Favoritos

Editoras e Livrarias

Empregos

Games para jogar

Museus

Primeiro Emprego

RPG

Santos Roteiro Turístico

Santos Serviços

Serviços On-Line

Terceira Idade

Turismo pelo Brasil

T

Serviços

Anuncie

Clipping e Pesquisas

Dicas de Informática

Parcerias

Publique seus artigos

Publique suas notícias

.

Participe

Adicione aos Favoritos

Coloque como pag inicial

Recomende aos amigos

.

Portal MicroEducação

Quem Somos

Retrospectiva 2009

MicroEducação no ORKUT

Contato

.

Pesquisa de preços

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

Afiliados & Parceiros

Envie Mensagens

Shopping do MicroEducação

Empregos Manager Online

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

 
 

 

Arquivo de Informações sobre
Noticiário Político e Eleitoral
Julho/Agosto/Setembro de 2009

Publique aqui suas notícias
Conheça nossos serviços de Clipping, Pesquisa
e Cartões de Visita

29/09/2009
Próximo dia 3 de outubro é a primeira data do calendário eleitoral de 2010
Fonte: TSE

                    O próximo dia 3 de outubro é a primeira data que deve ser observada pelos partidos e candidatos que desejam concorrer às eleições gerais de 2010. A um ano da eleição, os partidos que pretendam concorrer devem ter, até essa data, obtido o registro de seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
                    Também até o próximo dia 3 de outubro, os candidatos devem ter domicílio eleitoral na circunscrição na qual pretendem concorrer e estar com a filiação deferida no partido pelo qual vão disputar uma vaga.
                    O calendário eleitoral para as eleições de 2010 foi aprovado pelo plenário do TSE no dia 1º de julho deste ano (Resolução 23.089). Nas eleições gerais do ano que vem serão eleitos o novo presidente da República, governadores, senadores, além de deputados federais, estaduais e distritais.
                    O primeiro turno será no dia 3 de outubro de 2010. Caso nenhum candidato a presidente da República ou a governador obtenha a maioria absoluta dos votos válidos nesta data, haverá segundo turno no dia 31 do mesmo mês. O relator de todas as instruções das eleições de 2010 é o ministro Arnaldo Versiani.
                    Confira a íntegra do Calendário Eleitoral de 2010

29/09/2009
Presidente do TSE envia ofício com informação sobre data-limite para aplicar a emenda que altera o número de vereadores
Fonte: TSE

                    O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Carlos Ayres Britto, enviou a todos os presidentes de Tribunais Regionais Eleitorais nos estados ofício no qual informa que em 2007 o TSE respondeu à Consulta 1421/07 e disciplinou a data-limite para promulgação de emenda constitucional alterando o número de vereadores.
                    Na consulta, o deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE) questionava se a quantidade de  vereadores nas Câmaras poderia ser alterada por meio de emenda constitucional promulgada pelo menos um ano antes da eleição municipal.
                    Em resposta à consulta o Tribunal decidiu, por unanimidade, que a regra constitucional deveria entrar em vigor até o final de junho de 2008, quando terminou o prazo para realização das convenções partidárias que aprovaram os nomes dos candidatos ao pleito. A decisão se transformou na resolução nº 22.556.
                    No ofício, o ministro diz não ter a intenção de interferir na esfera da autonomia interpretativa dos tribunais regionais.
                    No dia 23 de setembro de 2009 foi promulgada a Emenda Constitucional nº 58, que autoriza a criação de mais de 7 mil novas cadeiras de vereador.
                    Em regra geral, a posse de um candidato depende da sua diplomação pela Justiça Eleitoral. No caso de vereadores, são competentes para diplomá-los os juízes eleitorais.

17/09/2009
Senado libera uso da internet nas eleições e exige novas votações quando governadores ou prefeitos forem cassados
Fonte: Agência Senado

                    O Plenário do Senado concluiu nesta terça-feira (15) a votação do projeto (PLC 141/09) que altera a Lei Eleitoral. Os senadores decidiram, depois de longa discussão, liberar totalmente a internet nas eleições, eliminando restrições que haviam sido introduzidas pela Câmara dos deputados e confirmadas durante votação nas comissões do Senado. O texto afirma que "é livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato durante a campanha eleitoral". Garante ainda o direito de resposta de candidatos que se sentirem ofendidos, como prevê a legislação para outros meios de comunicação.
                    Por causa das alterações feitas pelos senadores, o projeto retornará ao exame dos deputados. Para que as alterações tenham validade nas eleições do ano que vem, a proposta deve ser examinada novamente pela Câmara e sancionada pelo presidente da República antes do dia 3 de outubro - um ano antes das eleições de 2010.
                    Nesta terça-feira, foram apreciados vários destaques para votação em separado, ou seja, tentativas de mudanças no texto que saiu das Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT).

Cassação
                    Um deles refere-se à substituição de governadores e prefeitos cassados, assim como de seus vices. Por acordo partidário, e depois de grande polêmica ocorrida na semana passada, quando foi votado o texto-base do projeto, foi retirada uma frase de uma emenda apresentada pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), que depois de modificada recebeu aprovação. Com a exclusão, toda vez que governadores ou prefeitos e seus vices forem cassados, serão convocadas novas eleições.

Com isso, o Congresso tenta evitar que a Justiça Eleitoral continue dando posse ao segundo mais votado na eleição ou que as Assembléias Legislativas ou Câmaras de Vereadores elejam indiretamente os novos mandatários. Ao lado da liberação da internet, este foi um dos pontos mais discutidos durante mais de três horas. A emenda original de Jereissati previa a convocação de eleições diretas se a cassação ocorresse nos dois primeiros anos do mandato. Se fosse nos dois anos finais, haveria eleição indireta. Na semana passada, o próprio presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), protestou contra a introdução da eleição indireta para governadores e prefeitos.
                    Apesar do acordo que prevê sempre eleição direta após cassação, vários senadores ponderaram que o assunto talvez não esteja resolvido. "Se a cassação ocorrer faltando poucos meses para o final do mandato, não haverá tempo para a convocação de novas eleições", advertiu o senador Demóstenes Torres (DEM-GO). Renato Casagrande (PSB-ES) lembrou que a Constituição prevê eleição indireta para presidente da República caso ele e seu vice sejam cassados após o segundo ano do mandato. Vários estados adaptaram a norma para suas constituições, prevendo situação idêntica para governadores.
                    - O STF deverá ser chamado a dizer se vale o que o Senado está aprovando em lei ou o que está nas constituições estaduais - disse Casagrande.
                    Apesar de reconhecerem o problema, líderes partidários afirmaram ser melhor o Congresso tomar uma posição sobre o assunto do que a Justiça Eleitoral continuar decidindo cada caso após cassação.

Blogs
   
                 No caso da internet, além de liberarem de forma geral o uso da rede de computadores nas eleições, caiu ainda uma frase do projeto que proibia o funcionamento de sites e blogs de candidatos faltando 48 horas para as eleições. Em tempo: o texto-base do projeto, aprovado na semana passada, já permitia o uso da internet nas eleições, autorizando que os candidatos tivessem sites próprios de divulgação a partir do dia 5 de julho do ano eleitoral. Só os candidatos a presidente da República poderão ter propaganda paga em sites noticiosos de internet, condição vedada a candidatos a governador, prefeito, senador, deputado ou vereador.
                    Os senadores rejeitaram, também depois de intenso debate, emenda destacada pelo senador Alvaro Dias (PSDB-PR) que pretendia permitir a volta da propaganda eleitoral em outdoors, já proibida nas últimas eleições. A volta dos outdoors dividiu o Plenário - foi rejeitada por 39 a 27 votos. Também foi rejeitada uma proposta do senador Eduardo Suplicy (PT-SP) que obrigaria os partidos e candidatos a informarem, pela internet, nos dias 6 e 30 de setembro, quem havia doado e quanto para as campanhas. Os relatores do projeto, senadores Marco Maciel (DEM) e Eduardo Azeredo (PSDB-MG), argumentaram que seria praticamente impossível cumprir a determinação faltando quatro dias para as eleições.

Doações
                    Também foi rejeitada outra emenda de Suplicy, que teve apoio do senador Pedro Simon (PMDB-RS), que obrigava os partidos a informarem, no ano eleitoral, os nomes dos doadores originais para os partidos políticos. Para Suplicy, a medida eliminaria os chamados "doadores ocultos". Essa emenda também dividiu o Plenário, sendo rejeitada por 39 a 23 votos. Pedro Simon afirmou que, se os senadores queriam maior transparência nas eleições, deveriam aprovar a emenda de Suplicy.

Os senadores aprovaram ainda, em votação simbólica, emenda do senador Wellington Salgado (PMDB-MG) obrigando os candidatos a anexarem os seus currículos à documentação quando do registro da candidatura. O senador José Nery (PSOL-PA) tentou modificar, sem sucesso, trecho do projeto que desobriga as emissoras de rádio e de televisão e os sites de internet de convidarem candidatos para debates se seus partidos não tiverem pelo menos dez deputados federais.

Ao final, o relator Eduardo Azeredo observou que o Congresso está fazendo apenas pequenas alterações na Lei Eleitoral, pois a falta de consenso tem impedido uma "verdadeira reforma eleitoral". Disse que foi muito criticado nos últimos dias por causa do texto que trata de internet e alertou que este novo meio de comunicação "não pode ser uma terra de ninguém", onde se pode "caluniar à vontade". Ponderou que muitos países têm adotado legislação severa sobre o assunto, lembrando que no Japão o uso da internet foi proibido nas eleições. Destacou que, se o Senado não colocasse nada na legislação, prevaleceria interpretação do Tribunal Superior Eleitoral, que impõe à internet os mesmos limites estabelecidos para o rádio e a televisão.

Principais pontos da Reforma Eleitoral
                    As mudanças feitas pelo Senado no Projeto de Lei da Câmara (PLC) 141/09 - a chamada reforma eleitoral - poderão propiciar às eleições do ano que vem um cenário bastante distinto daquele observado nos últimos pleitos. Isto se as alterações forem mantidas pela Câmara dos Deputados e caso a lei seja publicada até o próximo dia 3 de outubro - um ano antes da data marcada para a campanha de 2010, como exige a Constituição. Os deputados examinarão novamente a proposta e podem derrubar as inovações introduzidas pelos senadores.
                    A principal inovação é a ampla liberdade para o uso da rede mundial de computadores nas eleições. O tema gerou muita polêmica em Plenário e, antes, nas duas comissões em que a matéria foi votada - a Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e a Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). A versão final aprovada foi apresentada pelos relatores da proposta - os senadores Eduardo Azeredo (PSDB-MG), na CCT, e Marco Maciel (DEM-PE), na CCJ - apenas no final da votação desta terça-feira (15). O Senado também inovou ao permitir a propaganda paga em páginas noticiosas na rede, mas apenas para a campanha à Presidência da República.
                    Entre outras medidas aprovadas pelos senadores, e que alteraram a proposta aprovada pela Câmara dos Deputados, destacam-se: o fim da impressão de votos, para permitir auditagem posterior das urnas eletrônicas; a possibilidade de doações pela internet por outros meios de pagamento que não o cartão de crédito; o estabelecimento de eleições diretas nos casos de cassação de governadores e prefeitos; e a possibilidade de realização de debates com 2/3 dos candidatos, assegurada a presença de candidatos de partidos que tenham dez ou mais representantes na Câmara dos Deputados.

Veja abaixo as principais alterações:

Internet

O texto final aprovado determina que "é livre a manifestação do pensamento, vedado o anonimato durante a campanha eleitoral, por meio da rede mundial de computadores" e "outros meios de comunicação interpessoal mediante mensagem eletrônica". A proposta assegura o direito de resposta e diz que as representações pela utilização indevida da rede "serão apreciadas na forma da lei".

A proposta foi feita na última hora pelos relatores. Eduardo Azeredo explicou que a redação dada evita que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determine as normas para utilização da internet, como fez ao editar a Resolução 22.718, que regulou as práticas nas eleições de 2004 e 2006.

Foi mantida a exigência de que a internet, quando veicular programas de áudio e vídeo, obedeça os critérios estabelecidos para a realização de debates entre os candidatos aplicados às emissoras de rádio e de televisão.

Foi mantida a emenda que permite a propaganda paga, em sites noticiosos semelhantes a jornais impressos, na campanha para presidente da República. Foram permitidas 24 inserções, no tamanho máximo de um oitavo do espaço total do conteúdo. A propaganda não pode ser destinada exclusivamente a um único partido ou candidato. Foi proibida a veiculação, ainda que gratuitamente, de propaganda em sítios de pessoas jurídicas cuja principal atividade não seja a oferta de serviços noticiosos e sítios oficiais.

Emenda apresentada por Mercadante, inicialmente rejeitada pelos relatores mas depois aprovada em destaque para votação em Plenário, permitiu que os candidatos manifestem-se por meio da internet - seja em páginas de campanha, blogs pessoais, sites de relacionamento ou mensagens eletrônicas - até o dia das eleições. A regra prevista pelos relatores determinava nas 48 horas que antecedem o pleito. O argumento utilizado foi que, como outros sites e blogs poderão fazer críticas aos candidatos, eles devem ter o direito de defesa.

Debates

Os debates no rádio, na televisão e na internet devem ter a participação de pelo menos dois terços dos candidatos, assegurada a participação dos candidatos de partidos com mais de dez representantes na Câmara dos Deputados. A emenda do Senado determinou "a participação dos demais (candidatos) em processo compensatório", ou seja, as emissoras poderão negociar com candidatos que não participem dos debates a veiculação de notícias sobre suas candidaturas.

A proposta foi repudiada pelo senador do PSOL, José Nery (PA). Já Aloizio Mercadante (PT-SP) considerou que a medida impede que "oportunistas sem votos e sem ideais inviabilizem os debates".

Doações

A internet também poderá ser utilizada para receber doações para campanha eleitoral. A Câmara dos Deputados já havia aprovado a doação por meio de cartões de crédito. No Senado, as possibilidades foram ampliadas. Essas doações poderão ser feitas pelo cartão de débito, por meio de boleto ou transferência bancária e ainda autorização de débito na conta de telefone. Foi aberta ainda a possibilidade de doação por outros meios eletrônicos de pagamento, que deverão conter a identificação do doador e a emissão obrigatória de recibo eleitoral para cada doação realizada.

Partidos e candidatos foram proibidos de receber direta ou indiretamente doação em dinheiro de entidades esportivas que, por sua vez, recebam recursos públicos.

Cassação de mandato

Os senadores estabeleceram que, no caso de cassação de registro ou de diploma de candidato a governador, prefeito e respectivos vices pela Justiça Eleitoral, será marcada nova eleição no prazo de 90 dias.

A emenda inicialmente aprovada pelas comissões incluía os cargos de presidente da república  e vice. O texto determinava que essas eleições somente seriam realizadas caso a cassação se desse nos dois primeiros anos de mandato. Caso ocorresse nos dois últimos anos, a eleição de novo mandatário seria feita de forma indireta, pelo Congresso Nacional ou pela respectiva Assembleia Legislativa ou Câmara de Vereadores.

Impressos

O Senado derrubou a determinação da Câmara para a impressão dos votos pela urna eletrônica. Esses votos impressos seriam utilizados na auditagem de 2% das urnas de cada seção eleitoral. Para manter a possibilidade de auditagem, o texto aprovado pelos senadores determina que o registro eletrônico dos votos de cada urna será mantido por pelo menos seis meses. Senadores de todos os partidos concordaram que a lisura da votação por meio de urnas eletrônicas é incontestável.

Trânsito

O voto em trânsito para presidente da República, também autorizado pela Câmara dos Deputados, foi retirado do texto aprovado pelos senadores. Estes consideraram que o voto em trânsito é passível de fraude, pois permite que um eleitor possa votar mais de uma vez, em localidades diferentes. A solução para impedir isso, que seria a interligação on line de todas as urnas eletrônicas, foi considerada economicamente inviável.

Inaugurações

O Senado havia proibido a participação de candidatos em inaugurações ou lançamentos de pedra fundamental de obras públicas seis meses antes da eleição. No texto final, no entanto, esse prazo foi reduzido para quatro meses, uma vez que é este o prazo para a escolha dos candidatos nas convenções partidárias. Para os relatores, o prazo de seis meses obrigaria ao impedimento desnecessário de quantos fossem os pré-candidatos às eleições. O prazo previsto pelos deputados era de três meses, considerado pequeno pelos senadores. O mesmo ocorreu no prazo para a proibição para propaganda institucional ou eleitoral relacionada à inauguração ou ao lançamento de pedra fundamental de obras públicas.

Benefícios

O texto aprovado no Senado permite o reajuste no valor de benefícios concedidos por meio de programas de assistência social, desde que haja previsão orçamentária para tal. Tal medida fora inicialmente rejeitada pelos relatores da matéria, mas votação em Plenário pedida por Mercadante resultou em sua aprovação. Esses programas, no entanto, não poderão ser ampliados, como também não poderão ser executados por entidade nominalmente vinculada a candidato ou por ele mantida.

Propaganda eleitoral obrigatória

Todas as empresas concessionárias, permissionárias e autorizadas para realizarem serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens, serão obrigadas a veicularem a propaganda eleitoral. Também foram incluídas nesse rol as rádios e TVs comunitárias. Para os relatores, elas são, muitas vezes, o único canal do candidato com muitas comunidades. Ficaram excluídos dessa obrigatoriedade os canais de TV por assinatura.

Outdoors

A propaganda eleitoral nas ruas ficará restrita a bens particulares, por meio da fixação de faixas e cartazes não-colantes que não excedam a quatro metros quadrados. Ficam proibidos a utilização de outdoors, como já ocorre desde 2004, e a afixação de cartazes em áreas públicas, como parques e jardins. O Senado proibiu a pintura de muros e paredes externas, que havia sido autorizada pelos deputados.

Currículos

Os candidatos terão de comprovar idoneidade moral e reputação ilibada para obterem o registro de candidatura. Também deverão apresentar curriculum vitae para se registrarem, motivo de emenda apresentada pelo senador Wellington Salgado (PMDB-MG) aprovada em Plenário nesta terça-feira.

Dívidas

As instâncias nacionais dos partidos não poderão mais ser responsabilizadas por dívidas contraídas e não pagas por seus candidatos - a não ser que assumam, deliberadamente, essas dívidas. Os responsáveis por elas serão os próprios candidatos.

Pesquisas

As entidades e empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relativas às eleições ou aos candidatos deverão informar à Justiça Eleitoral o nível econômico, sexo, idade e grau de instrução dos pesquisados com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A proposta partiu de emenda do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), determina ainda que o IBGE forneça aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), até o dia 31 de janeiro do ano das eleições, os dados relativos a sexo, idade, grau de instrução e nível econômico apurados em seu último levantamento, em nível federal, estadual e municipal.

Mulheres

Os partidos serão obrigados a preencher 30% de suas candidaturas com mulheres, e não apenas oferecer 30% das vagas para elas, como está na legislação hoje vigente. Também devem assegurar que 5% do montante que recebem do Fundo Partidário sejam utilizados para a capacitação de mulheres e reservar 10% do total do tempo de propaganda política a que têm direito todos os anos - e não apenas nos anos eleitorais - para as mulheres. Caso esses percentuais não sejam cumpridos, deverão ser aumentados, como forma de punição

08/09/2009
Começa divulgação do Título Net
Fonte: TSE

                    Começa nesta terça-feira (8), nas emissoras de rádio e televisão de todo o país, a campanha de divulgação do Título Net – sistema da Justiça Eleitoral que permite ao cidadão solicitar seu título de eleitor, pedir transferência de domicílio ou fazer a revisão de seus dados pela internet.
                    O Título Net é um pré-atendimento, feito pela rede mundial de computadores, e tem como objetivo dar agilidade no serviço prestado ao cidadão. O sistema começou a ser implantado no início de agosto, e hoje está disponível em todos os estados e no Distrito Federal. Depois de preencher o formulário pela internet, o eleitor comparece a um cartório eleitoral, em até cinco dias, para comprovar as informações e concluir o atendimento.
                    A vantagem do sistema é a comodidade oferecida ao eleitor, que poderá ser atendido, em algumas localidades, com data e hora marcada. Além disso, o processo é mais confiável, uma vez que é o próprio requerente que preenche seus dados. Ao servidor da unidade de atendimento da Justiça Eleitoral caberá apenas conferir os documentos apresentados com as informações previamente registradas.
                    O Título Net está disponível no site do TSE (clique aqui para acessar), bem como os spots para rádio e TV.

06/09/2009
Fora Sarney: Internautas fazem ato contra Sarney neste feriado
Fonte: Congresso em Foco

                    Passado o aumento da temperatura no Senado, os protestos pelo afastamento do presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), seguem crescentes na internet. A próxima grande manifestação organizada por internautas acontece neste feriado de sete de setembro. O protesto nacional, previsto em 13 cidades, vem sendo divulgado há mais de um mês pela rede mundial de computadores, principalmente pelo microblog Twitter, e promete ser uma resposta à sensação de que a crise está superada, conforme sustentam alguns parlamentares.
                    Embora o clima seja de ressaca no plenário, ainda há disposição de uma minoria em cobrar explicações de Sarney. Pivô da última investida contra o peemedebista, o petista Eduardo Suplicy, que causou rebuliço ao apresentar um cartão vermelho ao peemedebista, também resolveu enveredar para as marchas cibernéticas. Em sua página pessoal, lançou uma enquete sobre a necessidade do afastamento temporário de Sarney. Em menos de uma semana, obteve 3.175 registros. Desses, 90,32% se mostraram favoráveis à saída do presidente do Senado.
                    “Essas mobilizações na internet confirmam a insatisfação das pessoas com a crise. O assunto não está encerrado com o arquivamento das representações contra Sarney no Conselho de Ética”, argumenta Suplicy. “Muitos, inclusive dentro do PT, são a favor do afastamento de Sarney. O levantamento feito por minha equipe mostra que 17,7% dos internautas filiados também defendem essa posição”, completa.
                    A concentração do protesto nacional está marcada para o início da manhã. Em Brasília, ela irá ocorrer na rodoviária da cidade. A previsão é que os manifestantes, munidos de apitos, panelas e cartazes compareçam ao desfile oficial na Esplanada dos Ministérios, onde as autoridades acompanham a cerimônia juntamente com o presidente Lula.

Ferramenta de protesto
                    Criado há dois meses, pouco depois das denúncias dos atos secretos, o site Fora Sarney tornou-se uma das referências nos protestos disseminados na internet contra o presidente do Senado. De acordo com seu idealizador, Moah Sousa, a página já registra 48 mil mensagens postadas desde o lançamento oficial do site. No Twitter, já reúne mais de 12 mil seguidores, que espalham em progressão geométrica os protestos na rede.
                    A ideia teve como inspiração e pano de fundo o futebol. Após uma ampla campanha de um site para o afastamento do então técnico do Palmeiras Wanderley Luxemburgo, Moah percebeu que teria o mesmo poder de mobilização na política. “Foram registradas mais de 150 mil mensagens pedindo a saída do técnico. Acabou dando certo. Sempre tive lucidez para saber que na política é diferente, mas o episódio serviu de incentivo”, conta o criador.

                    Inicialmente, o site contava com apenas três pessoas. Mas em menos de cinco dias caiu na simpatia dos internautas.  Passou então a contar com a colaboração de novos internautas com o envio de textos, charges e vídeo, como o postado no site na última semana.
“A internet é um poderoso instrumento de manifestação. É por meio dela que conseguimos discutir assuntos que estão fora da ordem do dia. Isso está acontecendo nas denúncias contra Sarney nos últimos dias. Mas conseguimos causar agitação e efervescência nos blogs, no Twitter, no Orkut e no MSN. E as pessoas não estão deixando o assunto de lado”, afirma.

Chega de corrupção. Participe você também
Site Fora Sarney - http://www.forasarney.com/
Twitter - http://twitter.com/foraSarney
Orkut - http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=4645392 (entre outros)
Youtube - http://www.youtube.com/watch?v=82PZeRDfMXg (entre outros)

31/08/2009
Presidente do TSE diz que reforma eleitoral não pode representar retrocesso
Fonte: TSE

                    O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Carlos Ayres Britto, defendeu nesta sexta-feira (28) a necessidade de que a reforma eleitoral, em trâmite no Senado, não venha a representar um retrocesso nas conquistas alcançadas pelo sistema eleitoral brasileiro. “Precisamos de uma legislação à altura dos novos tempos, com uma participação ampla do cidadão no processo eleitoral”, afirmou o ministro. Ayres Britto participou, no Rio de Janeiro, do último dia do XLVI Encontro do Colégio de Presidentes dos TREs. A discussão foi dedicada ao PLC 141/2009 que tramita no Senado Federal e que trata da reforma eleitoral.

Internet
                   
Sobre a regulamentação do uso da internet nas campanhas eleitorais, o ministro Carlos Ayres Britto disse que, se é possível fazer analogia da internet no plano eleitoral, essa deve ser feita com jornais e revistas e não com o rádio ou a televisão. “Jornais e revistas tem muito mais liberdade. A TV e o rádio são concessões públicas e atuam com restrições previstas em lei”, explicou.
                    Ayres Britto lembrou que nas revistas e jornais a entrevista a candidatos é permitida, por exemplo. Para o presidente do Tribunal Eleitoral, outro ponto relevante em relação à rede de computadores é o potencial de atingir os jovens.

Financiamento de campanhas
   
                 O presidente do TSE também comentou a questão do financiamento das campanhas eleitorais por meio da rede mundial de computadores. Ayres Britto lembrou a experiência bem-sucedida da campanha do atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que obteve boa parte dos recursos eleitorais por meio da internet. “Ele [Obama] inverteu a lógica de se ter um pequeno número de doadores doando grandes quantias. Essas doações de grandes quantias não são feitas aleatoriamente e quase sempre podem ocorrer na perspectiva de se obter algum retorno”.
                    O ministro disse que, no que se refere ao financiamento de campanhas, o projeto facilita a vida dos partidos e dificulta o trabalho de fiscalização pela Justiça Eleitoral, que busca o cumprimento da lei. “Ninguém quer fechar as torneiras do financiamento de campanhas eleitorais e de partidos. Queremos que o financiamento se dê de forma mais transparente", afirmou.

Voto impresso
                   
O ministro comentou a alteração proposta dentro do projeto de lei e aprovada na Câmara dos Deputados que prevê a impressão do voto a partir das eleições de 2014. Para o presidente do TSE, a experiência do voto impresso, já realizada em 2002, comprovou diversos inconvenientes causados como o aumento das filas, o travamento de impressoras e o crescimento do número de votos brancos e nulos naquele pleito.
                    “Os dois sistemas (o do voto eletrônico e do voto impresso) são como água e óleo. Há um descompasso entre eles”, disse. Ayres Britto ressaltou que o uso da impressão do voto na perspectiva de se realizar uma auditoria não tem sentido, porque todo o sistema pode ser auditado eletronicamente.

Projeto
                   
O presidente do TSE observou que o projeto de lei em tramitação vai de encontro à jurisprudência do TSE em muitos aspectos. Apesar disso, o ministro Carlos Ayres Britto ressaltou a importância de o Congresso Nacional estar preocupado em trabalhar em um projeto da reforma eleitoral. Para o presidente do TSE, a iniciativa é louvável porque demonstra a intenção dos parlamentares de valorizar o papel principal da Câmara e do Senado.

29/08/2009
Fora Sarney: Protesto "Fora Sarney" causa lentidão na avenida Paulista
Fonte: Da Redação

                    Cerca de 100 pessoas fizeram um protesto por volta das 16h deste sábado pedindo a saída do presidente do Senado, José Sarney(PMDB-AP), do cargo. A manifestação ocorreu na avenida Paulista, na altura da alameda Casa Branca.
                    Segundo informações da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), os manifestantes invadiam a avenida quando os semáforos ficavam vermelhos e a liberavam quando o sinal ficava verde.
                    A movimentação gerou lentidão por aproximação no sentido Consolação. Por volta das 17h, o protesto foi encerrado.
                    Desde que assumiu o comando do Senado, José Sarney é acusado de cometer uma série de irregularidades, que incluem responsabilidade na edição dos chamados atos secretos, desvio de recursos de um patrocínio feito pela Petrobras à fundação que leva seu nome, além da prática de tráfico de influência em favor do namorado de uma neta sua. As 11 ações contra o peemedebista, protocoladas no Conselho de Ética, foram arquivadas. O senador nega as acusações.

26/08/2009
Reforma eleitoral poderá ser votada
Fonte: Agência Senado

                    A reforma eleitoral que permite o uso da internet em campanhas eleitorais deverá ser votada nas comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) hoje ou amanhã (27). As comissões farão reunião conjunta, a partir das 9h, para examinar a proposta (PLC 141/09). Depois de passar pelas duas comissões, a matéria ainda será votada pelo Plenário do Senado.
                    Além de autorizar o uso da internet em campanhas eleitorais, o texto traz como inovação a possibilidade de que a rede mundial seja utilizada para captação de recursos para campanha, por meio de cartão de crédito. A liberação ocorrerá a partir do dia 5 de julho do ano em que se realizarem as eleições. Blogs e redes de relacionamento, como o Orkut e Twitter, também serão permitidos, a exemplo do que fez o então candidato Barack Obama no último pleito nos Estados Unidos.
                    Os relatores trabalham com limitação de tempo. Por isso, mesmo reconhecendo que não conseguirão fazer a reforma política que esperam, os senadores Marco Maciel (DEM-PE) e Eduardo Azeredo (PSDB-MG), que relatam as proposta respectivamente na CCJ e na CCT, esforçam-se para que a votação do projeto ocorra em tempo suficiente para que as modificações sejam analisadas pela Câmara dos Deputados e a sanção aconteça até 30 de setembro, prazo limite para que as novas regras possam valer para as eleições de 2010.
                    Os dois senadores vão elaborar um relatório único sobre a proposta, que até a manhã desta segunda-feira (24) recebeu 38 emendas de integrantes das duas comissões. As emendas à matéria poderão ser apresentadas até o momento da discussão.
                    No Senado, o projeto já foi debatido em três audiências públicas conjuntas da CCJ e CCT. Os temas mais abordados foram a liberação da internet para as campanhas eleitorais, a possibilidade de impressão do voto, o voto em trânsito dentro do Brasil e a participação das mulheres no processo eleitoral.
                    Participaram das audiências, entre vários convidados, o ministro da Defesa e ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nelson Jobim; a ministra da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres, Nilcéia Freire e o relator da matéria na Câmara dos Deputados, deputado Flávio Dino (PCdoB-MA). O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados em 8 de julho e chegou ao Senado ao final daquele mês.

22/08/2009
Fora Sarney: Manifestantes protestam contra Sarney em SP
Fonte: Da Redação/UOL notícias

                    Manifestantes se reuniram, na tarde deste sábado, no vão livre do Masp (Museu de Arte de São Paulo), no centro de São Paulo, e iniciaram uma passeata na avenida Paulista contra a permanência do presidente do Senado José Sarney (PMDB-AP) no cargo. De acordo com estimativas da PM (Polícia Militar), havia cerca de 150 pessoas reunidas.

19/08/2009
Fora Sarney: PT e PMDB arquivam todas as denúncias contra Sarney
Fonte: Da Redação/UOL notícias

                    O Conselho de Ética do Senado arquivou nesta quarta-feira (19) todas as acusações contra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP). As denúncias foram arquivados por nove votos a favor e seis contrários à abertura de processo.
                    Seis foram as denúncias analisadas em bloco pelos membros do colegiado. Quatro foram apresentadas pelo líder tucano Arthur Virgílio (AM) e duas em conjunto por Virgílio e Cristovam Buarque (PDT-DF). As representações foram cinco: três protocoladas pelo PSDB e duas pelo PSOL.
                    Votaram a favor da abertura de processo os seguintes senadores: Demóstenes Torres (DEM-GO), Eliseu Resende (DEM-MG), Marisa Serrano (PSDB-MS), Sérgio Guerra (PSDB-PE), Rosalba Ciarlini (DEM-RN), Jefferson Praia (PDT-AM).
                    Votaram contra a investigação: Wellington Salgado (PMDB-MG), Almeida Lima (PMDB-SE), Gilvam Borges (PMDB-AP), Inácio Arruda (PCdoB-CE), o vice-presidente do conselho, Gim Argello (PTB-DF), o corregedor Romeu Tuma (PTB-SP). Três petistas também foram contra as acusações: o titular João Pedro (AM) e os suplentes Delcídio Amaral (MS) e Ideli Salvatti (SC).
                    A oposição já se prepara para apresentar recurso ao plenário do Senado, em uma nova tentativa de forçar a investigação das acusações contra Sarney.
                    As votações se repetiram tanto na análise em bloco das denúncias como na avaliação das representações.

Chega de corrupção. Participe você também
Site Fora Sarney - http://www.forasarney.com/
Twitter - http://twitter.com/foraSarney
Orkut - http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=4645392 (entre outros)
Youtube - http://www.youtube.com/watch?v=82PZeRDfMXg (entre outros)

19/08/2009
Fora Sarney:
Fonte: Da Redação/Terra notícias

                    Estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) participaram nesta terça-feira de manifestação contra a corrupção no Senado, simultaneamente à abertura da exposição do Museu da Corrupção (Muco), no Pátio das Arcadas, no campus universitário do Largo São Francisco, região central da capital paulista.
                    O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), é acusado de cometer uma série de irregularidades na administração do Senado, como empregar pessoas ligadas à sua família e desviar dinheiro público por uma fundação que leva o seu nome.
                    Durante o protesto, a presidente do Centro Acadêmico XI de Agosto, Talita Nascimento, leu um manifesto contra a corrupção e a impunidade e, em seguida, foram distribuídas pizzas batizadas com os nomes de parlamentares envolvidos em algum tipo de escândalo.
                    Segundo o diretor do jornal Diário do Comércio, ligado à Associação Comercial de São Paulo, Moisés Rabinovici, o museu é um acervo de informações sobre todos os escândalos da política brasileira. Com isso, espera-se que a população não esqueça os escândalos, seus resultados e seus protagonistas, principalmente na hora do voto.
                    Rabinovici disse que a ideia surgiu com a constatação de que cada novo escândalo derrubava o anterior. "Fiquei me perguntando como isso podia acontecer e comecei a pensar em um modo de criar uma memória para isso, e daí ao museu foi um passo", afirmou. A fase de pesquisa durou seis meses, até que o site do museu foi lançado no dia 21 de abril, informou.
                    O museu virtual, explicou, é um prédio no qual o internauta passeia e entra nas salas que quiser visitar. "Tem uma lojinha virtual com produtos engraçados, que não são vendidos de verdade, uma pizzaria e agência de viagens com todas as viagens feitas pelos parlamentares, entre outras coisas", disse.
                    De acordo com o presidente da Associação Comercial de São Paulo, Alencar Burti, o museu é atemporal e não está fazendo críticas, mas pedindo que a sociedade participe de sua história.
                    "O mundo inteiro vive com o desenvolvimento do capital, de interesses, da concorrência, então, sempre vai haver desvios. Mas é importante que a única forma de direito à liberdade é por meio da participação", afirmou. "Criticar por criticar é fácil. A intenção da associação é que a sociedade entenda que só ela é que muda o curso da história."
                    A estudante Talita Nascimento lembrou que o ato faz parte de uma campanha do centro acadêmico, realizada desde o ano passado, contra a memória curta. Talita informou que a ideia de unir a manifestação dos estudantes ao Muco partiu do caráter irônico das ações das duas partes.
                    "Mais a ver com o XI de Agosto, impossível, até porque todas as manifestações do XI sempre tiveram o caráter irônico do nosso lema, que é 'Rindo, Mudam-se os Costumes'", explicou.
                    "O poder público tem que perceber que a sociedade civil está vigiando o que está acontecendo. É claro que o ato não faz com que haja mais seriedade na política, não força os homens públicos a ter mais respeito com a gestão pública, mas serve como um momento de simbologia, para mostrar que a sociedade civil está vigiando e que isso vai ser cobrado depois", afirmou a estudante.
                    Escrito pelos estudantes, o manifesto destaca que a reincidência de escândalos faz com que a arte da política, vista com admiração desde a cultura grega, seja encarada como algo digno de escárnio

16/08/2009
Fora Sarney: Brasileiros se mantêm fiéis a história de Lula, apesar das opiniões atuais
Fonte: Datafolha

                    Pesquisa Datafolha divulgada hoje mostra que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva consegue, mesmo apoiando a José Sarney, Collor e Renan Calheiros, velhos adversários políticos muito criticados por ele antes de chegar a presidência, manter sua popularidade entre os brasileiros.

15/08/2009
Fora Sarney: 74% defendem afastamento ou renúncia de Sarney
Fonte: Datafolha

                    Uma pesquisa estimulada do Datafolha aponta que 74% dos brasileiros defendem que o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), se afaste do cargo ou renuncie após ser alvo de uma série de denúncias que incluem cometer irregularidades na administração da Casa, empregar pessoas ligadas à sua família e desviar dinheiro público por meio de uma fundação que leva o seu nome. Dentro dessa porcentagem, 38% querem que ele renuncie e 36% que ele se afaste temporariamente do cargo. Outros 14% dizem que Sarney deve permanecer no cargo e 12% não opinaram. A pesquisa foi publicada na edição deste domingo do jornal Folha de S.Paulo. A pesquisa do Datafolha entrevistou 4,1 mil pessoas, em 171 municípios, entre os dias 11 e 13 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
                    Para 66% dos entrevistados, o presidente do Senado está envolvido nas irregularidades, contra 10% que dizem que ele não tem envolvimento. Neste quesito, 24% não souberam responder.
                    O Datafolha também perguntou se os brasileiros tomaram conhecimento das denúncias contra Sarney. De acordo com a pesquisa, 78% ficaram sabendo das acusações, ante 22% que disseram não estar informados. Dos que sabem sobre o caso, 24% disseram estar bem informados, 42% mais ou menos informados e 11% mal informados sobre as acusações.

15/08/2009
Fora Sarney: Protestos pelo país pedem saída de José Sarney
Fonte: Globo Notícias

                    Protestos pela saída de José Sarney (PMDB-AP) da Presidência do Senado foram realizadas em diversas capitais do país neste sábado (15).
                    Foram realizados atos em Brasília (DF), Salvador (BA), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Recife (Pernambuco) e Curitiba (PR).
                    As ações foram combinadas pela internet, pelo site 'Fora Sarney', e pelo Twitter. Protestos foram convocados em 13 capitais.
                    O senador enfrenta diversas denúncias há cerca de dois meses, no entanto, todas as 11 representações que chegaram ao Conselho de Ética do Senado foram arquivadas. (veja fotos na página da Globo)

14/08/2009
Fora Sarney: Manifestações contra a corrupção na política nacional ganham as ruas. Participe você também
Fonte: Da Redação

                    Já passou da hora do presidente do Congresso ser recolhido junto aos trastes e demais sujeiras da recente (e muito atual) história política brasileira

José Sarney é o símbolo de um Brasil atrasado e explorador.
José Sarney é um coronel do sertão, que transformou pedaços do país em propriedade familiar, particular e privada.
José Sarney é um sinhozinho que faz do espoliado povo do Maranhão e do Amapá um curral eleitoral pra ficar no poder.
José Sarney é a expressão viva do pensamento escravocrata que impede a modernização do Maranhão, Amapá e do Brasil.
José Sarney é um câncer político que precisa ser extirpado da vida pública brasileira.
José Sarney é traste político!
José Sarney é um incomodo.
José Sarney é motivo de vergonha internacional!
Agora, que fique bem claro:
a saída de Sarney não vai significar o fim imediato das mazelas nacionais!
Há outros como ele, e talvez pior que ele, ocupando cargos públicos no comando do país.
Basta de cidadãos privilegiados perante a lei. Queremos uma nação onde todos sejam iguais diante da Justiça!.

Site Fora Sarney

Chega de corrupção. Participe você também
Site Fora Sarney - http://www.forasarney.com/
Twitter - http://twitter.com/foraSarney
Orkut - http://www.orkut.com.br/Main#Community.aspx?cmm=4645392 (entre outros)
Youtube - http://www.youtube.com/watch?v=82PZeRDfMXg (entre outros)

08/07/2009
Eleitor poderá pedir o título pela internet
Fonte: TSE

                    Os eleitores de todo o país poderão solicitar o título, pedir a transferência de domicílio e fazer a revisão de seus dados eleitorais pela internet a partir do fim de agosto. A medida está prevista no cronograma de implantação do projeto Título Net do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
   
                 Segundo o Tribunal, o novo sistema começou a ser implantado em Rondônia na última segunda-feira (6). Na Paraíba, a previsão é de que o projeto esteja operando na próxima semana. Ainda no mês de julho, o sistema deve ser implantado em São Paulo, no Paraná e no Distrito Federal.
   
                 Com o novo procedimento de solicitação de título de eleitor, o cidadão deverá preencher o formulário virtual no endereço eletrônico do TSE e depois comparecer a uma unidade de atendimento da Justiça Eleitoral com o documento de identificação e comprovante de residência, para efetivar o cadastro e retirar o título.
   
                 O projeto foi testado em caráter experimental pelos eleitores do Distrito Federal em 2008. Com o novo sistema, o TSE estima que o atendimento aos cidadãos será mais ágil e confiável.