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23/06/2009
70% dos municípios de SP desejam participar do Saresp 2009
Fonte: Secretaria da Educação do Estado de São Paulo

                    Alunos da rede municipal de 70% das cidades do Estado devem participar da edição de 2009 do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar). Os dados fazem parte de um levantamento finalizado nesta segunda-feira (22/6) pela Secretaria de Estado da Educação, órgão responsável pela avaliação. De acordo com o balanço, até a última quinta-feira (18/6) 454 cidades paulistas manifestaram interesse em aderirem ao Saresp.
                    A Secretaria vai arcar com todos os custos da aplicação das provas para os estudantes da rede municipal. O estudo mostra também que 80 escolas privadas também manifestaram interesse de que seus alunos sejam avaliados pelo Saresp.
                    “As redes municiais e particulares estão interessadas em participar da maior avaliação educacional do Estado. Isso mostra a importância do Saresp na busca pela melhoria da qualidade do ensino”, disse o secretário de estado da Educação, Paulo Renato Souza.

Inscrição
   
                 O prazo para adesão termina no próximo dia 30 de junho e até 15 de julho é necessário enviar o termo preenchido, pelos Correios, para a FDE (Fundação para o Desenvolvimento para a Educação), conforme orientações no site (Saresp 2009) da Secretaria.
                    O material ainda traz a resolução e o decreto sobre a avaliação, além de informações e a documentação que as redes (municipais e particulares) devem apresentar.
                    As provas acontecem entre os dias 10 e 12 de novembro. O resultado da avaliação tem implicação direta no Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo), utilizado para calcular o bônus pago aos professores da rede (veja relação dos municípios no quadro abaixo).

Saresp
   
                 O Saresp é aplicado aos alunos da 2ª, 4ª, 6ª e 8ª séries do Ensino Fundamental, em escolas com ciclo de oito anos, e estudantes do 3º ano do Ensino Médio. Para as unidades que já implantaram o regime de nove anos no Ensino Fundamental, o exame é destinado aos matriculados nos 3º, 5º, 7º e 9º anos.
                    As disciplinas avaliadas no Saresp são língua portuguesa, matemática e ciências humanas, além de redação. A aplicação das disciplinas acontecerá de acordo com a série.
                    Só na rede estadual, o Saresp deve atingir cerca de 2 milhões de alunos em 5.300 escolas.

18/06/2009
Sistema registra mais de 700 mil inscritos em todo o país
Fonte: Inep

                    Até as 15h desta quinta-feira, 18, o sistema de acesso ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2009 já havia contabilizado 739.860 inscritos em todo o Brasil. De acordo com os dados parciais, a região Sudeste concentra o maior número de registros, aproximadamente 300 mil. Já a região Norte apresenta a menor adesão, quase 80 mil.
                    São Paulo é o estado com a demanda mais alta, cerca de 150 mil pessoas inscritas. Em contrapartida, o Acre reúne pouco mais de dois mil inscritos, até o momento. Desde o primeiro dia, o sistema de inscrições ao novo Enem foi acessado por 1.146.513 pessoas, em números absolutos, oriundas de 63 países diferentes.
                    As inscrições para o exame estão abertas até o dia 17 de julho, e devem ser realizadas exclusivamente pela internet, na página eletrônica do Enem.
                    As provas serão aplicadas aos concluintes do ensino médio de escolas públicas e privadas, egressos e candidatos à certificação deste nível de ensino, com idade mínima de 18 anos, nos dias 3 e 4 de outubro deste ano.
                    Confira o número de inscritos em cada unidade da Federação até as 15h de hoje.

04/06/2009
MEC divulga esta semana dois modelos de testes
Fonte: MEC

                    Os professores das escolas públicas da educação básica vão conhecer este ano dois modelos de testes da Prova Brasil, um para os alunos da 4ª série (5º ano) do ensino fundamental e outro para os estudantes da 8ª série (9º ano). Os testes de matemática e de língua portuguesa têm a mesma estrutura e as características da Prova Brasil.
                    A coordenadora-geral do ensino fundamental da Secretaria de Educação Básica, Edna Martins Borges, explica que a divulgação de modelos de testes tem a finalidade de ajudar os professores a compreender como as questões são estruturadas. As questões agora apresentadas aos professores, esclarece a coordenadora, nunca farão parte da Prova Brasil.
                    O exame, aplicado a cada dois anos, desde 2005, não tem a participação dos professores. Os testes são elaborados pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e a aplicação fica a cargo de uma empresa contratada para essa finalidade.
                    Os dois modelos de questões estarão disponíveis no Portal do Ministério da Educação nesta semana. Para a 4ª série (5º ano) do ensino fundamental, o modelo consta de 22 questões de matemática divididas em dois blocos; e de 22 questões de língua portuguesa, também em dois blocos. Para cada bloco de 11 perguntas, o aluno tem 25 minutos para responder.
                    Já o modelo de prova da 8ª série (9º ano) consta de 26 questões de matemática, em dois blocos de 13; e de 26 testes de língua portuguesa, também em dois blocos. O tempo para as respostas é de 25 minutos por bloco.

Data
   
                 A Prova Brasil 2009 será aplicada em todo o país entre os dias 19 e 30 de outubro. Participam todos os estudantes da 4ª série (5º ano) e da 8ª série (9º ano) do ensino fundamental das escolas com mais de 20 alunos na série. Atendem essa marca – 20 alunos ou mais – 58.730 escolas públicas urbanas e rurais.

01/06/2009
Prova terá 180 questões e 10h de duração
Fonte: UOL Educação

                    O Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2009 terá 180 questões e tempo de duração total de 10h, sendo 4h30 no primeiro dia e 5h30 no segundo. As informações foram divulgadas no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28). As provas serão realizadas nos dias 3 e 4 de outubro.

-  Veja aqui o edital do novo Enem
-  Consulte as habilidades cobradas no novo Enem (arquivo em .pdf)

                    O MEC (Ministério da Educação) resolveu mudar o formato do Enem. Inicialmente, eram previstos 200 testes, mas a pasta avaliou que 180 eram suficientes para avaliar os candidatos.
                    No primeiro dia de exame (3/10), haverá provas de ciências da natureza e suas tecnologias e, depois, ciências humanas e suas tecnologias. Nesse dia, os candidatos terão 4h30 para resolver as questões.
                    No segundo dia (4/10), serão aplicadas a prova de linguagens, códigos e suas tecnologias, que inclui a redação, e a prova de matemática e suas tecnologias. Os estudantes terão 5h30 para a resolução dos exames desse dia.
                    Até agora, 42 faculdades federais já declararam que irão utilizar o exame em seus vestibulares.

-  Veja aqui as instituições que adotaram o novo Enem para o vestibular 2010

O MEC definiu que o Enem poderá ser usado de quatro formas:
*  como prova única para a seleção de ingresso;
*  substituindo apenas a primeira fase do vestibular pelo Enem;
*  combinando a nota do Enem com a nota do vestibular tradicional; nesta modalidade, a universidade fica livre para decidir um percentual do Enem que será utilizado na média definitiva;
*  usando o Enem como fase única apenas para as vagas ociosas da universidade.

Inscrição
                    As inscrições do exame devem ser feitas somente pela internet, das 8h de 15 de junho às 23h59 de 17 de julho (horário de Brasília (DF). É preciso preencher o cadastro e imprimir o comprovante de inscrição e o boleto de pagamento; a taxa custa R$ 35. Os comprovantes de inscrição estarão disponíveis via web até o dia 24 de julho.
                    Estudantes que tenham estudado em escolas públicas ou em instituições participantes do Encceja 2006, 2007 e 2008 têm isenção de taxa. Também terão isenção de taxa candidatos de baixa renda, bem como os inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais; para isso, é necessário fazer requerimento entre os dias 15 e 19 de junho, pela web. A relação dos isentos será divulgada até 3 de julho.
                    O resultado do Enem deverá ser enviado aos candidatos via Correios, a partir da segunda quinzena de janeiro de 2010.

30/05/2009
Enem: estudantes de todo o país farão as provas em 3 e 4 outubro
Fonte: MEC

                    Estudantes de escolas públicas e particulares que concluem o ensino médio este ano podem se inscrever a partir de 15 de junho, pela internet, para fazer as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A Portaria nº 109, com os detalhes da inscrição e da realização das provas, está publicada na edição desta quinta-feira, dia 28, do Diário Oficial da União. O período de inscrições vai se estender até 17 de julho.  As provas serão aplicadas nos dias 3 e 4 de outubro, às 13h (horário de Brasília). A participação no exame não é obrigatória.
                    A partir deste ano, o Enem passa a ser aceito por várias universidades federais como alternativa ao vestibular no critério de seleção de estudantes. O exame é composto de quatro provas, com 45 questões objetivas de múltipla escolha que vão medir o conhecimento dos alunos nas áreas de linguagens, códigos e redação; matemática; ciências humanas e ciências da natureza e suas tecnologias. A relação dos municípios nos quais serão realizadas as provas está no Anexo I do Diário Oficial.
                    Também podem fazer o exame os estudantes que tiverem concluído o ensino médio em anos anteriores, mas todos os candidatos devem ter, no mínimo, 18 anos completos na data da primeira prova. Alunos de escolas públicas não pagam a taxa de inscrição, de R$ 35.
                    As instituições de educação superior que quiserem usar os resultados individuais do Enem como critério de seleção precisam encaminhar pedido formal ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), a partir de dezembro.
                    Os estudantes devem fazer a inscrição na página eletrônica do exame.

16/05/2009
Consed e MEC discutem universalização do Enem
Fonte: MEC

                    Os representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) no comitê de governança do novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) aprovaram o princípio da universalização da prova a ser adotada. O exame pode servir também para o estudante que fez o ensino médio na modalidade educação de jovens e adultos obter o certificado de conclusão. A proposta foi apresentada na quinta-feira, dia 14, pela presidente do Consed, Maria Auxiliadora Seabra, ao ministro da Educação, Fernando Haddad.
                    O Ministério da Educação vai fazer um estudo de logística para garantir o acesso de todos os estudantes aos locais de prova em todo o território nacional. Segundo o ministro, ao contrário da Prova Brasil, que é aplicada em sala de aula nas turmas regulares — também será realizada este ano —, o novo Enem terá datas e locais específicos. “Mais do que a aferição do conhecimento do aluno, a prova pode representar o acesso dele à universidade, o que exige cuidados maiores com a segurança”, explicou.
                    O Consed entende que o novo formato da prova permitirá a reestruturação do ensino médio e que, com isso, o currículo dessa etapa do ensino passará a orientar os processos seletivos de acesso à educação superior, não o contrário, como ocorre hoje.

14/05/2009
Novo Enem não exigirá que aluno decore fórmulas e datas históricas
Fonte: Agência Brasil

                    O Ministério da Educação (MEC) e o comitê responsável pela elaboração do novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) decidiram hoje (13) qual será a matriz de habilidades da prova que substituirá o vestibular das universidades federais. Segundo o ministro Fernando Haddad, os conteúdos permanecerão os mesmos que são ministrados hoje pelo ensino médio, o que muda é a “forma de perguntar”.
                    “Não se está reinventando nada, até por respeito aos alunos que estão concluindo o ensino médio na forma atual. O que se aprovou hoje, tendo por base os conteúdos, foi como abordar os conteúdos. A ênfase deixa de ser na memorização e passa a ser na capacidade de compreensão dos fenômenos da natureza, por exemplo”, disse.
                    A matriz de conteúdo será divulgada amanhã (14), após reunião com os secretários estaduais de educação. Segundo Haddad, o novo formato não permite as “pegadinhas”, por exemplo, nem vai exigir que o aluno decore uma fórmula ou a data de um fato histórico. “O que ele precisa saber é como se desenrolaram os processos históricos e a implicação dos fatos na vida dos países”, disse.
                    O ministro acredita que como nem todos os conteúdos podem ser cobradas a partir da matriz de habilidades estabelecida pelo MEC,  a tendência é que o volume de conteúdos diminua. “Hoje o programa de ensino médio é um empilhamento dos programas dos vestibulares”, defendeu. Em breve, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) deve divulgar um modelo da prova para que os alunos tomem conhecimento do formato.
                    O presidente da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Amaro Lins, ressaltou que muitos vestibulares do país já adotam esse formato de prova. “O grande avanço é que o país inteiro vai ter a possibilidade de um exame que tem grandes ganhos em relação ao modelo atual”, apontou.
                    Haddad disse ainda que vai pedir um reforço ao Ministério da Justiça na aplicação e logística de distribuição da provas. Hoje, cerca de 2 mil agentes da Polícia Federal fazem a segurança nos locais de prova do Enem, mas em função do possível crescimento do número de inscritos, o MEC quer aumentar esse efetivo.
                    Como já tinha sido determinado pelo MEC, a prova será nos dias 3 e 4 de outubro. Os estudantes que quiserem se candidatar às vagas de uma das instituições participantes devem necessariamente participar do exame que terá uma redação e 200 questões de múltiplas escolhas. Os testes serão de linguagens e códigos, matemática, ciências naturais e ciências humanas.
                    Consulte aqui a matriz de habilidades do novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

06/05/2009
Educação define datas do Saresp 2009
Fonte: Governo do Estado de São Paulo

                    A Secretaria da Educação definiu as datas para aplicação do Saresp 2009, avaliação estadual de alunos. As provas acontecerão nos dias 10, 11 e 12 de novembro.
                    A avaliação é aplicada aos alunos das 2ª, 4ª, 6ª e 8ª séries do Ensino Fundamental, em escolas com ciclo de oito anos, e estudantes do 3º ano do Ensino Médio. Para as unidades que já implantaram o regime de nove anos no Ensino Fundamental, o exame é destinado aos alunos das 3º, 5º,7º e 9º séries.
                    A novidade deste ano é que o Saresp terá a participação das escolas das redes privadas e municipais de ensino. As unidades municipais terão os custos da adesão pagos pelo Estado. Esta avaliação integrada possibilita comparação dos resultados entre as três redes de ensino.
                    Para participar do Saresp as escolas municipais e particulares devem preencher os documentos de adesão que serão disponibilizados no site da Secretaria, Educação, a partir da segunda quinzena de maio. O prazo para adesão termina em 31 de junho.
                    Os resultados do exame implicam diretamente no Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (IDESP), estipulado para cada escola do governo, que calcula o bônus dos professores da rede.
                    As disciplinas avaliadas no Saresp são língua portuguesa, matemática e ciências, além de redação. A aplicação das disciplinas acontecerá de acordo com a série. Só na rede estadual, o Saresp deve atingir 2 milhões de alunos em 5.300 escolas.

Como será a aplicação do Saresp
10/11
2ª série do Ensino Fundamental (EF) - Língua Portuguesa
4ª, 6ª, 8ª séries do EF e 3º ano do Ensino Médio (EM) - Língua Portuguesa e Redação
11/11
2ª,4ª,6ª,8ª séries do EF e 3º ano do EM - Matemática
12/11
6ª e 8ª séries do EF e 3º ano do EM - Ciências Humanas (apenas para rede estadual)

30/04/2009
Escolas Técnicas de SP estão entre as melhores do Brasil, segundo Enem
Fonte: Governo do Estado de São Paulo

                    Pelo quarto ano consecutivo, as unidades do Centro Paula Souza se destacam no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Entre as 50 escolas públicas estaduais do Brasil com melhor pontuação, 38 são Escolas Técnicas (Etecs).
                    A Escola Técnica de São Paulo (Etesp), com média de 71,35, é 15ª melhor do Estado de São Paulo, entre públicas e privadas. Entre as estaduais, é a primeira. No ranking nacional, é a 2ª entre as estaduais. 
                    Entre as 40 melhores colocadas no Estado (públicas e privadas), duas são Etecs - ETEC São Paulo e ETEC Getúlio Vargas, ambas na capital. Considerada apenas a capital, as duas estão entre as 20 melhores, à frente de particulares tradicionais como Porto Seguro, Santo Américo, Santa Cruz e Pentágono. A Etesp ocupa a 9ª posição, e a Etec Getúlio Vargas, a 20ª.
                    A pontuação é referente à última prova, realizada em agosto de 2008, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
                    No interior, das 79 Etecs que participaram do Enem, 58 ficaram em 1º lugar entre as estaduais dos municípios em que estão localizadas. Três delas estão entre as dez melhores : Etec Professor Armando Bayeux da Silva, de Rio Claro (68,76); Etec Prefeito Alberto Feres, de Araras (68,52); e Etec Lauro Gomes, de São Bernardo do Campo (68,18).
                    O Ensino Médio no Centro Paula Souza também ganhou destaque, recentemente, nos resultados dos vestibulares das melhores universidades públicas: foram quase 400 aprovados apenas nas instituições paulistas. Além disso, mais de 250 técnicos entraram em Fatecs, seguindo na carreira tecnológica. 
                    Empenhado em ampliar o acesso da população a esse ensino público de qualidade, o Governo do Estado realiza o maior investimento da história da instituição, que prevê uma ampla expansão do Ensino Médio, até 2010. Metade da meta de oferecer 100 mil novas matrículas em Etecs já está cumprida. Até o final de 2010, serão criadas 33,5 mil novas vagas para garantir o cumprimento total da meta. Se considerado apenas o Ensino Médio oferecido em Etecs, o total de vagas oferecidas já dobrou. Entre o primeiro semestre de 2007 e o mesmo período de 2009, o número cresceu 111% - passou de 7.961 para 16.843.

Inscrições
                    As inscrições para o vestibulinho do segundo semestre das Etecs começam na próxima segunda-feira, 4 de maio. Nesta quinta-feira, 30, estarão abertas as inscrições para os cursos das Fatecs (Faculdades de Tecnologia).

28/04/2009
Universidades devem definir opção por novo Enem até dia 8
Fonte: MEC

                    As universidades federais têm prazo até 8 de maio para informar ao Ministério da Educação sua forma de participação no novo Enem. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, 27, pela secretária de educação superior, Maria Paula Dallari Bucci, durante o seminário Acesso à universidade pública, gratuita e de qualidade, realizado pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), em Brasília.
                    O Ministério prevê a aplicação do exame em todo o país no início de outubro. Para isso, espera que todas as instituições federais de ensino superior façam sua opção, caso participem do modelo, até o dia 8. A intenção é construir um mapa das universidades participantes para organizar a aplicação da prova.
                    Proposto pelo ministério como forma de acesso ao ensino superior, em substituição aos atuais vestibulares, o novo Enem foi discutido com membros da Andifes e sua forma de utilização, reformulada. Atualmente, as universidades que decidirem usá-lo terão quatro possibilidades: o Enem como fase única; como primeira fase; como fase única para as vagas remanescentes do vestibular; ou combinado ao atual vestibular da instituição. Neste último caso, a universidade definirá o percentual da nota do Enem a ser utilizado para a construção de uma média junto com a nota da prova do vestibular.
                    Cada uma das 55 universidades federais poderá escolher de que maneira utilizará o novo Enem em seu processo seletivo. As instituições poderão mudar a forma de utilização do exame de um ano para o outro ou optar por mais de um modo de participação, de acordo com o curso pretendido pelo candidato. Por exemplo, a mesma universidade poderá usar o Enem como única possibilidade de ingresso à maioria dos cursos e como primeira fase para cursos que exijam provas de aptidão.
                    O seminário Acesso à universidade pública, gratuita e de qualidade reúne até terça-feira, 28, no Hotel Nacional, em Brasília, dirigentes universitários, pró-reitores de graduação e membros de comissões permanentes de vestibular.

18/04/2009
MEC e reitores definem quatro formas de adesão ao novo Enem
Fonte: MEC

                    Os membros da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e o ministro da Educação, Fernando Haddad, definiram nesta sexta-feira, 17, quatro formas de adesão das instituições ao novo Enem. A proposta original do Ministério da Educação, encaminhada na semana passada à Andifes, previa duas formas de participação das universidades ao modelo seletivo unificado, em substituição aos atuais vestibulares.
                    “Foram definidas possibilidades mais flexíveis de participação, com respeito às tradições de cada instituição”, disse o ministro. Cada uma das 55 universidades federais poderá escolher de que maneira utilizará o novo Enem em seu processo seletivo. Há quatro possibilidades: o Enem como fase única; como primeira fase; como fase única para as vagas ociosas, após o vestibular; ou combinado ao atual vestibular da instituição. Neste último caso, a universidade definirá o percentual da nota do Enem a ser utilizado para a construção de uma média junto com a nota da prova do vestibular.
                    Originalmente, o MEC havia apresentado a possibilidade de as instituições utilizarem o Enem como fase única ou como primeira fase de seus processos seletivos. “O que queremos é a participação de todas a alguma das quatro formas, para começar a reestruturar o currículo do ensino médio”, disse Haddad. Qualquer forma de adesão, na visão do ministro, impactará positivamente na reformulação do ensino médio, a fim de despertar a capacidade de raciocínio crítico e analítico dos jovens.
                    As instituições poderão mudar a forma de adesão ao novo Enem de um ano para o outro ou usar o modelo de maneira variada por curso. Por exemplo, a mesma universidade poderá usar o Enem como fase única para a oferta de vagas de ingresso à maioria dos cursos e como primeira fase para cursos que exijam provas de aptidão.
                    “Percebo claramente o desejo das universidades em participar do processo”, disse o presidente da Andifes, reitor Amaro Lins (UFPE). De acordo com o ministro, nas próximas semanas, o MEC responderá a todas as dúvidas dos reitores sobre detalhes do novo modelo.
                    Além da definição das formas de adesão ao novo modelo de ingresso nas universidades, também foi instalado o comitê de governança do novo Enem. “Será um comitê misto com a participação de reitores e de secretários estaduais que tenham ligação com o ensino médio em seus estados”, explicou Haddad. O comitê será responsável por acompanhar a elaboração da prova e seu impacto no currículo do ensino médio

17/04/2009
USP aprova novo formato no vestibular da Fuvest 2010
Fonte: USP

                    O Conselho de Graduação da USP (Universidade de São Paulo) aprovou na tarde desta quinta-feira (16) mudanças para o próximo processo seletivo, segundo informou a assessoria de imprensa da instituição. A Fuvest 2010, no novo formato, manterá a primeira fase com 90 questões - mas as provas da segunda fase foram alteradas.
                    A primeira fase também passou a ser eliminatória - ou seja, a nota não conta mais no final do processo seletivo para classificar os estudantes. Apenas elimina quem não tiver desempenho suficiente para chegar à etapa final.
A segunda fase do vestibular vai avaliar todas as matérias do ensino médio. Até a Fuvest 2009, só disciplinas relacionadas ao curso pretendido eram alvo de exames.
                    No primeiro dia da segunda fase, o candidato resolverá uma prova de português com dez questões discursivas, mais uma redação. No segundo dia, será a vez de 20 perguntas de biologia, química, física, matemática, história, geografia e inglês. Já o terceiro dia terá 12 questões que podem variar conforme o curso (até três disciplinas podem ser abordadas).
                    A pró-reitora de Graduação da USP, Selma Garrido Pimenta, procurou tranquilizar os candidatos: "Quero ressaltar aos alunos que pretendem prestar o vestibular da Fuvest que continuem estudando, pois a questão do mérito continuará mantida. As mudanças são na forma, não no conteúdo. O que está sendo sinalizado com esta mudança é a importância do aluno ter uma visão conjunta das disciplinas", disse.

Contextualização
                    A USP também pretende incluir questões contextualizadas na segunda fase, que abarquem conhecimentos de mais de uma disciplina - as chamadas perguntas interdisciplinares. De acordo com a proposta da instituição, uma maneira de se cobrar o conteúdo de maneira integrada é fazendo enunciados que exijam a resolução de problemas.
                    As alterações no processo seletivo começam já na primeira fase, que deverá ter caráter mais generalista e apenas eliminar os candidatos menos preparados. A pontuação obtida nesta fase, diferentemente do que ocorreu até a Fuvest 2009, não será mais aproveitada na nota final e na classificação dos vestibulandos.
                    O projeto pretende fazer com que a segunda fase seja mais "padronizada" e executada em três dias. Todos os vestibulandos continuam com os exames de português inaugurando a etapa decisiva da seleção.
                    Para os cursos de arquitetura, artes plásticas e artes cênicas, será aplicada também uma prova de habilidades específicas, considerada a quarta avaliação da segunda fase.

Enem
                    A utilização da nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) será mantida, para ajudar o vestibulando quando for o caso. Quem tiver uma boa média, poderá aproveitá-la em até 20% do total de pontos da primeira fase.
                    Como a primeira fase será descartada na classificação final, a nota do Enem passa a ajudar só para chegar até a etapa decisiva. Na hora de conseguir a vaga mesmo, na segunda fase, o Enem não renderá pontos.

16/04/2009
UFRGS rejeita substituição do vestibular por novo Enem em 2010
Fonte: MEC

                    As universidades federais começam a debater internamente a adesão ao novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma única de seleção para ingresso de novos estudantes. Pelo menos uma instituição já decidiu que vai deixar a mudança para depois. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) manteve o seu vestibular próprio para 2010.
                    O reitor Carlos Alexandre Netto anunciou que, por enquanto, a instituição vai manter o atual modelo de ingresso porque, segundo ele, a UFRGS tem um um vestibular estruturado há muito tempo e uma grande demanda que precisa ser considerada em caso de mudança.
                    O reitor salientou, entretanto, que a universidade apóia as mudanças propostas pelo Ministério da Educação (MEC). Segundo ele, os próximos vestibulares deverão incorporar o novo vestibular, mas não como única forma de seleção. O modelo a ser adotado pela instituição deve ser definido em julho, em reunião dos conselhos superiores da universidade.
                    O modelo do vestibular unificado para as universidades federais foi proposto pelo Ministério da Educação (MEC) no mês passado. A intenção é reformular o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para que ele sirva como processo seletivo para todas as instituições. Os testes seriam de linguagens e códigos, matemática, ciências naturais e ciências humanas, cada um com 50 itens, e uma redação.
                    A proposta foi já foi apresentada aos reitores das instituições federais de ensino superior, que agora devem decidir se aderem ou não ao modelo.
                    A Universidade Federal da Bahia (UFBA) foi uma das primeiras a se manifestar favorável à adesão da proposta ainda para este ano. Segundo o reitor Naomar Almeida Filho, o novo modelo do Enem deverá ser implantado como forma de seleção na instituição ainda para 2010, mas somente para os cursos de bacharelado interdisciplinar. São 900 vagas para quatro grandes áreas: artes, saúde, humanidades e ciência e tecnologia. Apesar da manifestação do reitor, a mudança precisa ser aprovada pelo conselho superior da universidade.

10/04/2009
Processo seletivo unificado deve começar em outubro
Fonte: MEC

                    A proposta do Ministério da Educação para unificação do processo seletivo das instituições de ensino superior, em substituição ao atuais vestibulares, prevê a aplicação do novo Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em outubro. A proposta foi encaminhada na noite desta quarta-feira, 8, aos reitores das universidades federais.
                    Pelo texto, a instituições de ensino superior públicas e privadas poderão usar o novo Enem como parte de seu processo seletivo ou aderir ao Sistema de Seleção Unificada, em que o exame seria utilizado como fase única. A intenção é oferecer um sistema de avaliação que privilegie a capacidade crítica e analítica dos estudantes em detrimento dos atuais modelos de vestibulares que valorizam sobremaneira a memorização de conteúdos do ensino médio.
                    “O novo Enem combinará a forma de abordagem do atual Enem com a abrangência dos conteúdos cobrados pelo vestibular”, explicou Haddad. Para o ministro, a seleção pelo novo Enem permitirá reformular os conteúdos ensinados no ensino médio, que hoje estão pautados pelas provas dos vestibulares.
                    O novo Enem será composto de quatro grupos de testes de múltipla escolha realizados em dois dias. As provas ficariam distribuídas de acordo com as seguintes áreas: linguagens, códigos e suas tecnologias (incluindo redação); ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias, e matemática e suas tecnologias.
                    De acordo com a proposta, as instituições que aderirem ao sistema unificado poderão atribuir pesos diferentes às provas, a serem ponderadas de acordo com cada curso ofertado. As vagas para políticas afirmativas também serão consideradas pelo sistema que segmentará a inscrição do candidato, se for necessário, de acordo com sua opção de concorrência (se por políticas afirmativas ou ampla concorrência).
                    “O processo seletivo que propomos é dinâmico”, enfatiza o ministro. Haddad explica que o candidato poderá escolher entre cinco opções de cursos e instituições e poderá, de acordo com sua nota no novo Enem, simular sua posição no curso pretendido, em comparação às notas dos demais concorrentes. “Se durante as inscrições o aluno perceber que sua nota não é mais suficiente para entrar no curso escolhido, ele pode migrar para outro”, disse.
                    As instituições que optarem por aplicar mais de uma fase em seus processos seletivos não ofertarão suas vagas no sistema unificado, mas poderão usar as notas do Enem reformulado como parte de sua seleção com base em edital próprio.
                    De acordo com o ministro, uma reunião com os reitores das universidades para dirimir eventuais dúvidas relativas ao novo modelo de seleção deve ocorrer no início da próxima semana. A proposta prevê a aplicação do novo Enem nos dias 3 e 4 outubro e a divulgação das quatro provas de múltipla escolha em 4 de dezembro. A divulgação do resultado final, com a correção das redações, foi proposta para 8 de janeiro de 2010.

06/04/2009
Novo Enem: Inep encaminha proposta à Andifes
Fonte: Inep

                    O Inep apresentou formalmente à Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior) nesta quarta-feira, dia 31 de março, proposta para a criação do novo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio).
                    O projeto pretende substituir os atuais vestibulares das universidades federais do País por uma avaliação única, que estimule a capacidade crítica dos alunos e que, por conseqüência, sirva para reorientar os currículos do ensino médio.
                    À tarde, o ministro da Educação Fernando Haddad apresentou os detalhes da proposta. “Hoje o vestibular desorienta mais do que orienta a organização curricular do ensino médio”, disse. Segundo ele, os atuais processos seletivos privilegiam a memorização excessiva de conteúdos. “O novo Enem irá privilegiar a resolução de problemas”.
                    Haddad frisou, ainda, que a adesão ao novo modelo não impede que a instituição use outros instrumentos de ingresso, como os que levam em conta as políticas afirmativas ou nos moldes do Programa de Avaliação Seriada (PAS) aplicado pela Universidade de Brasília. A proposta também não inviabiliza que as instituições complementem o processo seletivo com provas específicas. “A universidade terá autonomia total para prestar uma nova fase de exames em que seja exigido um conhecimento mais específico dos alunos, como é comum nos cursos de medicina e arquitetura”, exemplificou.
                    No novo formato, as questões seriam divididas em quatro grupos: linguagens (incluindo português, inglês e a redação), matemática, ciências humanas e ciências da natureza. Entre as vantagens do novo Enem, segundo o ministro, uma das principais é que o aluno que prestar a nova prova do Enem em um ano poderá comparar a sua nota com a obtida na edição seguinte.
                    O presidente do Inep, Reynaldo Fernandes, afirmou que o Inep está preparado para a implementação do novo modelo. “Já temos banco de itens para realizar a prova neste ano”, afirmou. Segundo Fernandes, a idéia é discutir com as IFES (Instituições federais de Ensino Superior) quais conteúdos seriam abordados. Ele explica ainda que os testes terão diferentes níveis de dificuldade que permitirão identificar as habilidades dos estudantes.
                    Por meio do novo Enem, o estudante poderá candidatar-se a qualquer vestibular de universidade federal do País prestando a prova na sua própria cidade. O ministro espera receber, já a partir da próxima semana, os primeiros posicionamentos das IFES. As instituições de ensino superior privadas e estaduais também podem aderir ao sistema.

05/04/2009
Enade será realizado em 08 de novembro
Fonte: Inep

                    Neste ano, o Enade será realizado em 8 de novembro. Participarão do exame estudantes do final do primeiro ano de curso e do último ano de curso das áreas selecionadas. É considerado ingressante o aluno que concluiu até 1º de agosto entre 7% e 22% da carga horária mínima do currículo de sua graduação. O estudante concluinte é aquele que concluiu até 1º de agosto pelo menos 80% da carga horária mínima de seu curso ou que tenha condições acadêmicas de conclusão do curso no ano letivo de 2009.
                    Serão avaliados os cursos de graduação em Administração, Arquivologia, Biblioteconomia, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Comunicação Social, Design, Direito, Estatística, Música, Psicologia, Relações Internacionais, Secretariado Executivo, Teatro e Turismo, além de duas áreas novas, as de Estatística e Relações Internacionais. Serão avaliados também, pela primeira vez, os cursos superiores de Tecnologia em Design de Moda, Gastronomia, Gestão de Recursos Humanos, Gestão de Turismo, Gestão Financeira, Marketing e Processos Gerenciais.
                    As inscrições ocorrerão no período de 29 de junho a 31 de agosto. Até 29 de maio, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) enviará as instruções e os instrumentos necessários para que os dirigentes das instituições de ensino inscrevam os estudantes.
                    Encontra-se disponível para download o Manual do ENADE 2009. Além do cronograma geral da prova, o documento traz informações completas a respeito dos procedimentos para a inscrição e a seleção de cursos e habilitações que serão avaliados. O manual define ainda as responsabilidades e atribuições do Inep, das Instituições de Ensino Superior (IES) e dos estudantes.

Portaria normativa nº1, de 29 de janeiro de 2009

Enade 2009 - Relação de áreas e cursos superiores de Tecnologia

Manual Enade 2009

01/04/2009
Haddad apresenta novo modelo de ingresso ao ensino superior
Fonte: MEC

                    Um novo modelo de ingresso às instituições de ensino superior foi apresentado nesta terça-feira, 31, pelo ministro da educação, Fernando Haddad, em entrevista coletiva em Brasília. A proposta, já encaminhada à Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), pretende substituir os atuais vestibulares por uma avaliação única, a partir da reestruturação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), a fim de estimular a capacidade crítica dos alunos e a conseqüente reorientação dos currículos do ensino médio.
                    “Hoje o vestibular desorienta mais do que orienta a organização curricular do ensino médio”, disse Haddad. Segundo o ministro, os atuais processos seletivos privilegiam a memorização excessiva de conteúdos e tornam a passagem da educação básica para a superior “estressante e traumática”.
                    Entre as vantagens do novo modelo, segundo o ministro, estão a possibilidade de descentralizar os exames seletivos, democratizar o acesso a todas as universidades; aumentar a mobilidade estudantil; além de reorientar o currículo do ensino médio para que o aluno passe a compreender e analisar mais profundamente o conteúdo estudado.
                    Com a prova única, o candidato poderia usar sua nota para concorrer a vagas em todas as universidades que aderirem ao sistema. A intenção é evitar que apenas os estudantes com mais alto poder aquisitivo possam concorrer a mais vagas e, assim, democratizar o acesso a todas as instituições, além de aumentar a mobilidade acadêmica, permitindo que instituições longe dos grandes centros também recebam alunos com alto grau de proficiência.
                    Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) revelam que apenas 0,04% dos estudantes matriculados no primeiro ano do ensino superior vêm de regiões diferentes de onde estudam. “Em países desenvolvidos, esse número é bem mais expressivo”, afirmou Haddad. Nos Estados Unidos, chega a 20%.

A nova prova
   
                 A proposta do Inep é reformular o Enem para que o exame possa ser comparável no tempo e abranja todo o currículo do ensino médio. O objetivo é aplicar quatro grupos de provas diferentes em cada processo seletivo, além de redação. O novo exame seria composto por testes de cada área do conhecimento, assim estruturadas: linguagens, códigos e suas tecnologias (incluindo redação); ciências humanas e suas tecnologias; ciências da natureza e suas tecnologias; matemáticas e suas tecnologias. Cada grupo de testes seria composto por 50 itens de múltipla escolha aplicados em dois dias: cem itens a cada dia.
                    Os estudantes poderão concorrer com a nota de uma única prova em processos seletivos de instituições diferentes, inclusive em anos diferentes porque o teste poderá ser comparado ao longo do tempo.
                    O ministro explicou que a adesão de uma universidade ao novo modelo não inibe que a instituição use outros instrumentos de ingresso, como os que levam em conta as políticas afirmativas ou nos moldes do Programa de Avaliação Seriada (PAS) aplicado pela Universidade de Brasília. A proposta também não inviabiliza que as instituições complementem o processo seletivo com provas específicas. “Isso é muito comum em cursos como arquitetura e medicina”, exemplificou Haddad.
                    O ministro adiantou que o Inep tem condições de reformular o Enem ainda este ano. “Vamos atender os reitores sob encomenda”, enfatizou. O cronograma de aplicação do novo processo seletivo dependerá da resposta dos reitores à proposta. Na próxima terça-feira, 7, os dirigentes universitários devem se manifestar sobre o assunto. As instituições de ensino superior privadas e estaduais também podem aderir ao sistema.

Conheça a proposta.